Política MT

Comissão de Agropecuária empossa membros para atuação em 2025

Publicado em

A Comissão de Agropecuária, Desenvolvimento Florestal e Agrária e de Regularização Fundiária realizou a reunião de instalação e posse dos membros titulares e suplentes nessa terça-feira (25). O deputado estadual Ontonir Bortolini, o Nininho (PSD), vai presidir os trabalhos ao longo deste ano e a vice-presidência ficou a cargo do deputado Giberto Cattani (PL). Ainda compõem a Comissão os deputados Júlio Campos (União), Janaína Riva (MDB) e Fábio Tardin, Fabinho (PSB).

Além da posse dos titulares, foram apreciados 15 Projetos de Lei (PL), 16 Ofícios encaminhados pelo Instituto de Terras do Estado de Mato Grosso (Intermat), e quatro Projetos de Resolução (PR) para concessão da comenda Senador Jonas Pinheiro da Silva do Mérito Agropecuário.

O deputado Júlio Campos aproveitou a reunião de instalação para sensibilizar a todos sobre a importância dos trabalhos da Comissão e da Assembleia Legislativa pela da regularização fundiária. “Nos últimos anos, a Assembleia realizou empenho financeiro de pessoas para viabilizar a regularização fundiária rural e urbano”.

O presidente da Comissão, deputado Nininho, destacou a atuação da Comissão de Agropecuária nos últimos anos, sobretudo para dar celeridade aos processos de regularização fundiária. “Quando chegamos aqui nesta casa, tinham processos parados, os produtores esperavam dois, três, quatros anos para conseguir regularizar suas terras e receber seus títulos. Gostaria de parabenizar o empenho do deputado Botelho pelos esforços e trabalhos realizados”.

Leia Também:  Eliane Xunakalo reivindica ações concretas contra o feminicídio no Estado

Entre as iniciativas que receberam parecer favorável, está o PL 1849/2024, de autoria do deputado Valdir Barranco, que estabelece alterações na Lei e institui a Política Estadual para Compras Governamentais da Agricultura Familiar e dos Empreendimentos Familiares Rurais – Compra Coletiva/MT. O objetivo da iniciativa é promover o desenvolvimento socioeconômico de forma sustentável, fomentar a organização e modernização da produção, estimular a produção da agricultura familiar, facilitar o escoamento dos produtos produzidos pela agricultura familiar e favorecer a aquisição dos produtos provenientes da agricultura familiar nas compras realizadas pelos órgãos da administração pública, direta e indireta.

O presidente da Comissão, deputado Nininho, falou sobre a importância das políticas públicas para os pequenos produtores. “Gostaria destacar o trabalho do Barranco em prol da agricultura familiar. Eu tenho dito ao governo que precisamos ter foco maior e olhar diferenciado aos pequenos produtores deste estado. Muitas ações se voltam para as regiões de grandes produções. Às vezes uma rodovia com 30 quilômetros beneficia mais de 800 famílias que produzem produtos hortifrutigranjeiros, que levam comida para os consumidores”, destacou o deputado Nininho.

O deputado Júlio Campos também destacou a importância do projeto para fomentar a produção da agricultura familiar. “Quero reafirmar que este projeto, que melhora a situação da Políticas Estadual de Compra de produtos da Agricultura Familiar, é de vital importância. Eu, o deputado Botelho, Barranco, e muitos outros aqui, temos como bandeira a agricultura familiar e esta política de compras coletivas vai viabilizar aquisição pelas escolas, pelos presídios, e demais segmentos”.

Leia Também:  Por Dentro do Parlamento recebe alunos do ensino médio de Poxoréu

O autor da proposta, deputado Valdir Barranco (PT), destacou que a atualização da legislação da Política de Compras por parte do governo tem por objetivo fomentar a produção de alimentos por pequenos produtores. “Nós temos dois programas nacionais que já buscam viabilizar a aquisição de compras de alimentos da agricultura familiar, mas não temos uma política no estado. Temos uma economia pujante, uma produção da agricultura familiar que pode ampliar ainda mais a disponibilidade de alimentos se tiver mercado. A Política busca regulamentar como o governo deverá organizar a aquisição dos produtos”.

Com relação às comendas Jonas Pinheiros, elas deverão ser concedidas ao presidente do Fórum Agropecuário de Mato Grosso, Itamar Canossa, ao presidente da Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Vilmondes Tomain, ao presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Oswaldo Pereira Ribeiro Júnior, e ao produtor e empresário, Eraí Maggi Scheffer.

Fonte: ALMT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Política MT

Orçamento de Mato Grosso para 2027 prevê R$ 46,1 bilhões

Published

on

O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA-1144/2026) para o exercício financeiro de 2027, que estima receitas e fixa despesas do estado em R$ 46,125 bilhões, começou a tramitar na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), com previsão de crescimento de aproximadamente 13% em relação ao orçamento vigente, de R$ 40,7 bilhões. A proposta também prevê renúncia fiscal líquida de R$ 15,3 bilhões. A proposta foi lida na sessão ordinária de quarta-feira (9).

O presidente da Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária, deputado Carlos Avallone (PSDB), defende acelerar a tramitação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para permitir a votação do orçamento do próximo ano.

De acordo com o texto do PLOA, o Executivo fica com a maior parte R$ 38,7 bilhões. A Assembleia Legislativa com R$ 1,188 bilhão. Tribunal de Contas, R$ 840,6 milhões. Ministério Público, R$ 1,124 bilhão. Defensoria Pública R$ 422 milhões. Tribunal de Justiça, R$ 3,799 bilhões.

Segundo ele, embora os deputados já possam analisar a proposta orçamentária, a votação depende da aprovação do PLDO. Com as audiências públicas da PLOA já agendadas, Avallone informou que pretende agilizar a tramitação da matéria, mesmo com o calendário legislativo mais apertado. O cronograma, acrescentou, ainda será confirmado com a Mesa Diretora da Casa.

Leia Também:  Diego defende manifestação e vota favorável a reajuste para servidores do TJ

Avallone explicou que havia a possibilidade de deixar a votação do orçamento para o início de 2027, caso ocorresse uma mudança de governo. Mas como a atual gestão permanecerá à frente do Executivo estadual, essa alternativa deixou de ser necessária.

“Havia uma vontade de que não precisasse mais votar o orçamento só no começo do ano que vem, caso houvesse mudança de governo. Como não houve, podemos votar a qualquer momento. O governo continua”, afirmou o parlamentar, ao defender o avanço das discussões e a definição do calendário para a votação das peças orçamentárias.

O deputado também chamou a atenção para a diferença entre os valores previstos e a arrecadação estimada para os exercícios financeiros. Segundo ele, o orçamento de Mato Grosso para 2026 foi fixado em quase R$ 41 bilhões, mas a previsão é de que a execução alcance R$ 48 bilhões. Já para 2027, a proposta encaminhada pelo governo prevê R$ 46 bilhões. Na avaliação de Avallone, essa diferença reforça a necessidade de analisar os números e discutir eventuais ajustes durante a tramitação do PLOA.

Leia Também:  ALMT homenageia servidores do legislativo em sessão especial

“Mas é isso que é a função nossa. Discutir isso até que a gente chegue em valores que sejam adequados e que a gente possa garantir o orçamento. Nós podemos mudar uma série de coisas. Nós temos essa função”, destacou Avallone, ressaltando o papel do Parlamento na avaliação das receitas e despesas estaduais e na discussão de possíveis alterações para adequar a proposta às necessidades da administração pública.

O total previsto para a renúncia fiscal liquida para 2027 é de R$ 15.301.425.339,65. Os valores estão assim distribuídos:

ICMS – R$ 14.149.070.279,95.

IPVA – R$ 460.022.453,85

ITCD – R$ 146.978.185,60

Taxas – R$ 348.843.053,52

Juros e penalidades – R$ 196.511.366,74

Fonte: ALMT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA