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Botelho visita projeto solidário no Pedra 90 e sinaliza apoio para ampliação da iniciativa

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O deputado Eduardo Botelho (União) visitou, na última sexta-feira (13), o projeto de doação de alimentos desenvolvido pela Associação dos Permissionários do Terminal Atacadista de Cuiabá (Apetac), realizado semanalmente na subprefeitura do bairro Pedra 90, em Cuiabá. A iniciativa, coordenada pela vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade), atende cerca de 300 a 350 pessoas em situação de vulnerabilidade social da região do Coxipó, abrangendo bairros como Pedra 90, Sonho Meu, Voluntários da Pátria, Vista da Chapada, Cinturão Verde, Betinho 1 e 2, além dos loteamentos Sampaio 1 e 2.

Realizado todas as sextas-feiras, o projeto promove a distribuição gratuita de frutas e verduras, fortalecendo a rede de solidariedade e garantindo dignidade alimentar às famílias atendidas. Durante a visita, Botelho destacou a relevância social da ação e reafirmou o compromisso em apoiar sua expansão.

“Sou um animador do trabalho da vereadora Baixinha, que realiza um trabalho fantástico, com o coração. Faço questão de dizer que estou junto com ela e com vocês. Vamos continuar fortalecendo essa iniciativa e investir para ampliar o atendimento, trazendo mais alimentos e melhores condições para a comunidade”, afirmou o parlamentar.

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Botelho também informou que atacadistas de Cuiabá já manifestaram interesse em doar alimentos próximos do vencimento, mas ainda próprios para consumo, como massas, leite e biscoitos, o que pode ampliar significativamente o volume de produtos distribuídos. Segundo ele, a intenção é estruturar parcerias para que o projeto possa atender mais comunidades e bairros da capital.

A vereadora Baixinha Giraldelli explicou que o projeto é realizado pela Apetac, com apoio logístico e financeiro direto do seu mandato, que custeia transporte, combustível e toda a operação de distribuição. Segundo ela, a visita do deputado representa a possibilidade concreta de expansão e qualificação da iniciativa.

“Convidamos o deputado Botelho para conhecer o projeto e nos ajudar a ampliá-lo, atendendo mais moradores e outras comunidades. Nosso sonho é estruturar melhor a distribuição, com alimentos organizados e, futuramente, até congelados e embalados, como a população merece”, destacou.

O coordenador da subprefeitura do Pedra 90, Jhonatan William, ressaltou que a ação conta com parceria da Prefeitura de Cuiabá, que disponibiliza o espaço público para a realização do projeto. Ele acrescentou que a unidade também abriga outras atividades comunitárias, como dança, zumba e aulas funcionais, principalmente para a terceira idade, permanecendo aberta para iniciativas sociais voltadas à população da região.

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Sobre o projeto – O projeto da Apetac é realizado semanalmente na subprefeitura do bairro Pedra 90 e atende famílias em situação de vulnerabilidade da região do Coxipó, promovendo a doação gratuita de alimentos e fortalecendo a segurança alimentar nas comunidades periféricas de Cuiabá.

Fonte: ALMT – MT

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Wilson Santos quer apoio aos municípios e rigor na aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026 da educação infantil

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Após promover audiência pública para debater a aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026, que reconhece os profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) apresentou, nesta quarta-feira (24), em sessão plenária, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 3/2026 com o objetivo de assegurar a efetivação dos direitos garantidos pela nova legislação em Mato Grosso.

A matéria proposta estabelece que os municípios deverão promover o devido enquadramento desses profissionais na carreira do magistério. Caso a legislação não seja cumprida, quando estiver em vigor, as contas anuais das prefeituras poderão ser reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). “Uma luta de décadas e temos que reconhecer todos os profissionais, independente da denominação, mas que atuam como professores na educação infantil, que deverão ser enquadrados como professores da rede municipal. O município que não o fizer, o Tribunal de Contas do Estado deverá reprovar as contas do prefeito. Essa será uma das penalidades com o descumprimento da lei quando estiver em vigor”, explicou o parlamentar.

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Além da PEC, o parlamentar apresentou ao Governo de Mato Grosso a Indicação nº 2.009/2026, propondo a criação do Programa Estadual de Apoio à Adequação dos Planos de Carreira da Educação Infantil. A iniciativa pretende oferecer suporte técnico aos municípios para a implementação da legislação federal, por meio de orientações, modelos normativos, capacitações e acompanhamento institucional, garantindo segurança jurídica e uniformidade na aplicação da norma.

Legislação – A Lei Federal nº 15.326/2026 alterou a Lei nº 11.738/2008, que institui o Piso Nacional do Magistério, e a Lei nº 9.394/1996, de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), assegurando o reconhecimento dos profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica.

Com a mudança, passam a ser considerados profissionais do magistério aqueles que exercem atividades de docência ou de suporte pedagógico na educação infantil, desde que possuam formação em magistério ou curso superior e tenham ingressado por concurso público.

A legislação também beneficia trabalhadores que, em diversos municípios, ainda ocupam cargos com nomenclaturas como educador infantil, agente de desenvolvimento infantil, monitor, recreador e outras denominações equivalentes. Na prática, esses profissionais passam a ter direito ao enquadramento na carreira do magistério, ao piso salarial nacional, aos planos de carreira e às demais garantias previstas em lei.

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Apesar da vigência da norma federal, a Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais do Estado de Mato Grosso (FESSPMEMT) alertou, durante a audiência pública realizada na Assembleia Legislativa, que diversos municípios mato-grossenses ainda resistem à adequação da legislação. Segundo a entidade, a demora na implementação tem provocado insegurança jurídica, divergências administrativas e prejuízos aos profissionais da educação infantil.

A expectativa de Wilson Santos é de que as medidas legislativas propostas acelerem a adequação dos municípios, assegurando o cumprimento da legislação federal e a valorização dos profissionais que atuam na educação infantil em Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT

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