Política MT
Assembleia participa de reunião emergencial para apoiar comerciantes do Shopping Popular
Publicado em
15 de julho de 2024por
Da RedaçãoDeputados estaduais de Mato Grosso participaram de uma reunião no Palácio Paiaguás, sede do governo estadual, para discutir sobre as ações emergenciais a serem adotadas para a reconstrução do Shopping Popular de Cuiabá (MT). Ao todo, 600 lojistas e três mil trabalhadores foram diretamente impactados com o incêndio que destruiu os estabelecimentos , bem como as mercadorias, na madrugada desta segunda-feira (15). Não houve feridos e as causas ainda serão investigadas pelas autoridades competentes.
O governador em exercício de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, reuniu secretários de estado, parlamentares federais e estaduais com representantes da Associação dos Camelôs do Shopping Popular para discutir sobre as possíveis soluções. No primeiro encontro, os comerciantes afirmaram que pretendem permanecer na regional do shopping, que é localizado no entroncamento das avenidas Beira Rio e Carmindo de Campos, próximo ao ginásio Dom Aquino.
De acordo com Misael Galvão, presidente da Associação, ainda não há um levantamento sobre o impacto financeiro, pois os estoques dos 600 comerciantes estavam no local e tudo ficou destruído. “Os prejuízos são incalculáveis. Mas vamos reconstruir tudo, vamos nos reerguer das cinzas. O governo estadual, a Assembleia, a Prefeitura de Cuiabá e o governo federal se comprometeram a dar todo apoio necessário”.
O presidente da Assembleia, deputado Eduardo Botelho (União), afirmou que os empresários terão todo apoio para que possam voltar o mais rápido possível à atividade, até que o prédio seja reconstruído. “Eles vão levantar tudo que precisam, tendas, banheiros, crédito para comprar as mercadorias. O importante é viabilizar o retorno desses empresários”, informou Botelho.
Otaviano Pivetta explicou que o governo deverá disponibilizar linhas de crédito para os empresários e também para que o novo prédio seja reconstruído. “Ao longo do dia vamos analisar os danos, fazer um plano de apoio para amparar esses lojistas. A MT Desenvolve deverá disponibilizar recursos para capital de giro e a AMM [Associação Mato-Grossense dos Municípios] se disponibilizou a desenvolver o projeto para a construção do novo Shopping Popular. De acordo com o prejuízo, vamos definir o volume de recursos disponibilizados”.
O deputado Carlos Avallone (PSDB) destacou a importância da união de esforços para resolver a situação o mais breve possível. “Os comerciantes não querem sair de lá, então agora cabe a gente dar o apoio para que eles possam reconstruir o local e voltar ao trabalho”, garantiu Avallone.
O prédio que pegou fogo na madrugada do dia 15 foi inaugurado em 2015, há nove anos, porém os comerciantes estão naquele local há 29 anos. Semanalmente, cerca de 100 mil pessoas passam pelo Shopping Popular de Cuiabá.
Participaram da reunião os deputados estaduais Eduardo Botelho (União), Janaina Riva (MDB), Dr. João (MDB), Wilson Santos (PSD), Elizeu Nascimento (PL), Carlos Avallone (PSDB), Júlio Campos (União), Sebastião Rezende (União), Fabinho (PSB), Lúdio Cabral (PT), o suplente de deputado Ranalli (PL), o senador Jayme Campos (União), os deputados federais Coronel Assis (União), Coronel Fernanda (PL), Abílio Júnior (PL) e os secretários da Casa Civil, Fábio Garcia, e de Desenvolvimento Econômico, César Miranda.
Depois da reunião no governo, os comerciantes participaram de uma reunião no Colégio de Líderes, na Assembleia Legislativa.
Fonte: ALMT – MT
Política MT
ALMT debate soluções para regularização fundiária e moradia de famílias do Silvanópolis e Paraisópolis
Published
4 horas agoon
14 de maio de 2026By
Da Redação
Com plenário e galerias lotados, moradores dos bairros Silvanópolis e Paraisópolis acompanharam, nesta quinta-feira (14), no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour, na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), audiência pública que discutiu os impactos de uma decisão judicial relacionada à desocupação de áreas na região das Águas Nascentes, em Cuiabá. Entre crianças, idosos, trabalhadores, pais e mães de famílias, o sentimento predominante era de insegurança diante da possibilidade de perder as próprias casas.
A audiência foi convocada pelo presidente da ALMT, Max Russi (Pode), e pela vereadora Katiuscia Manteli (Pode), após sentença relacionada a uma ação civil pública ambiental que tramita há mais de 13 anos e envolve áreas conhecidas como Águas Nascentes.
Durante o encontro, moradores relataram medo de uma desocupação sem planejamento habitacional. Muitos acompanharam o debate segurando cartazes com pedidos de socorro, além de documentos e comprovantes de residência, enquanto buscavam respostas sobre o alcance da decisão judicial e o futuro das famílias que vivem na região há mais de duas décadas.
Segundo Katiuscia, atualmente mais de 1,5 mil famílias vivem nas áreas atingidas pela sentença. A vereadora afirmou que a audiência foi convocada para reunir os órgãos envolvidos e esclarecer quais medidas deverão ser adotadas.
“A principal intenção dessa audiência é que as famílias tenham respostas. Precisamos entender quantas famílias realmente precisarão ser realocadas, quais áreas podem ser regularizadas e quais encaminhamentos serão adotados pelo poder público”, afirmou.
Ao final da audiência, Katiuscia informou que o próximo passo será uma reunião com o Governo do Estado para discutir soluções conjuntas para a área. Segundo ela, o principal objetivo foi reduzir a insegurança das famílias diante das informações que circulavam sobre despejos imediatos.
Foto: Helder Faria
“O maior medo das famílias era acordar com máquinas derrubando as casas. Hoje elas saem daqui mais tranquilas, sabendo que haverá estudos e discussão antes de qualquer decisão”, disse.
O presidente da Assembleia Legislativa destacou que a Casa acompanhará o caso por meio da Procuradoria da ALMT e reforçou a necessidade de acelerar os processos de regularização fundiária no estado.
“A regularização fundiária é uma das grandes demandas do estado, tanto na área urbana quanto rural. Precisamos avançar de forma mais rápida para garantir segurança jurídica e dignidade às famílias”, declarou Max Russi.
Após a audiência, o parlamentar afirmou que pretende discutir o tema diretamente com o governador do estado, além de reunir representantes do município, Ministério Público, Defensoria Pública, Intermat e lideranças comunitárias para avançar nos encaminhamentos.
“Existe uma preocupação ambiental que precisa ser respeitada, principalmente nas áreas de nascente e de risco. Mas também existem áreas livres onde é possível buscar soluções para essas famílias permanecerem próximas da região onde vivem hoje”, afirmou.
O deputado Wilson Santos (PSD) também participou da audiência e afirmou que os moradores podem contar com o apoio da Assembleia Legislativa, desde que sejam respeitadas as restrições das áreas consideradas de risco e de desmoronamento. Segundo ele, as famílias que precisarem deixar essas áreas não podem ficar desabrigadas e deverão ter alternativas habitacionais.
Representante da Associação Comunitária de Habitação do Estado de Mato Grosso, Emídio de Souza defendeu que grande parte da área pode ser regularizada e afirmou que as remoções deveriam atingir apenas famílias instaladas em locais de erosão e às margens dos córregos.
“Existe possibilidade de regularização para grande parte das famílias. O que defendemos é que apenas as áreas de risco e de preservação permanente sejam desocupadas, com planejamento e reassentamento adequado”, disse.
Ele também criticou a ausência de projetos habitacionais para remanejamento das famílias e lembrou que a ocupação da região começou no fim da década de 1990.
Presidente do bairro Silvanópolis, Jurandir Souza afirmou que os moradores foram surpreendidos pela sentença judicial e relatou que a comunidade aguardava estudos técnicos que poderiam apontar soluções para permanência de parte das famílias.
“Hoje são cerca de 1.500 famílias vivendo ali. Tem idosos, cadeirantes, muitas crianças. A expectativa sempre foi de regularização, por ser uma área do estado”, afirmou.
Já o presidente do Paraisópolis, Mário Domingos da Silva, relatou apreensão diante da possibilidade de retirada em massa dos moradores.
“As famílias querem saber para onde vão. Tem muita gente vivendo ali há mais de 20 anos e que construiu toda a vida naquela região”, declarou.
Durante a audiência, o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), defendeu a criação de um termo de ajustamento de conduta (TAC) envolvendo município e Governo do Estado para viabilizar moradias às famílias que precisarem ser removidas das áreas de risco.
Segundo o prefeito, moradores localizados às margens dos córregos e em áreas sujeitas a desmoronamentos precisarão ser realocados por questões de segurança e legislação ambiental.
“Nós precisamos realocar quem está em área de risco e garantir que essas famílias tenham destino adequado, sem simplesmente retirar as pessoas sem alternativa habitacional”, afirmou.
Abilio também defendeu estudos ambientais para redefinir áreas passíveis de regularização fundiária e sugeriu a transformação de parte da região em zona de interesse social para habitação.
Representando a Promotoria de Defesa Ambiental e da Ordem Urbanística de Cuiabá, Carlos Eduardo Silva afirmou que o Ministério Público buscará uma solução que concilie preservação ambiental e dignidade das famílias.
“Precisamos encontrar a solução menos dolorosa possível, conciliando os interesses ambientais existentes na área com a realidade das famílias que vivem ali”, afirmou.
Segundo o promotor, a ocupação da região voltou a crescer após um processo de reassentamento realizado há cerca de 20 anos e a situação atual exige atuação conjunta dos órgãos públicos para cumprimento da decisão judicial e construção de alternativas habitacionais.
A audiência reuniu representantes do Ministério Público, Defensoria Pública, Tribunal de Contas do Estado, Governo de Mato Grosso, Prefeitura de Cuiabá, vereadores e lideranças comunitárias. Entre os encaminhamentos definidos estão a realização de novas reuniões com o Governo do Estado, estudos técnicos sobre as áreas ocupadas e a construção de alternativas para regularização fundiária e reassentamento das famílias localizadas em áreas de risco ambiental.
Fonte: ALMT – MT
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