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A grandeza de Mato Grosso nasce da força do seu povo

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Parabenizar Mato Grosso pelos seus 278 anos é muito mais do que homenagear um estado. É reconhecer a força de um povo que construiu uma das terras mais importantes do Brasil por meio do trabalho, da coragem e da perseverança.

Mato Grosso se destaca para o país e para o mundo pela força do agronegócio, pela capacidade de produção, pelo desenvolvimento e pela geração de oportunidades. Uma terra que orgulha seu povo e contribui diretamente para movimentar a economia brasileira.

Mas toda essa potência só existe por causa da sua maior riqueza: as pessoas.

Homens e mulheres que acordam cedo todos os dias para trabalhar e ajudar no crescimento do nosso estado. O produtor rural, o servidor público, o trabalhador da cidade, o gari, a professora, o advogado, o médico e tantos outros que, de forma silenciosa, lutam diariamente para sustentar suas famílias e construir uma vida melhor.

Talvez por também ter vindo de uma história simples e marcada pela luta, aprendi desde cedo o valor do trabalho e a importância de reconhecer pessoas que, muitas vezes, acabam invisibilizadas, mas que têm papel fundamental no desenvolvimento de Mato Grosso.

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É justamente por isso que tenho tanto orgulho de representar esse povo. Um povo que confiou em mim e acreditou que, juntos, podemos construir um Mato Grosso ainda mais forte, acolhedor, desenvolvido e cheio de oportunidades.

Parabéns ao nosso estado e, principalmente, a cada mato-grossense que ajuda a construir esta terra todos os dias. Contem comigo!

*Fabio Tardin é deputado estadual por Mato Grosso

Fonte: ALMT – MT

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Duas mulheres são eleitas para a ALMT após quatro legislaturas

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Samantha do Abilio (PL) e Alessandra Ferreira (Podemos) estão entre os 24 deputados estaduais eleitos neste domingo (4) para a 21ª Legislatura da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Com 100% das urnas apuradas, Samantha recebeu 57.900 votos e Alessandra, 50.802. O resultado faz com que a ALMT volte a ter duas mulheres eleitas diretamente para exercer mandatos titulares simultaneamente.

A última vez que isso ocorreu foi nas eleições de 2010, quando Luciane Bezerra e Teté Bezerra conquistaram cadeiras para a 17ª Legislatura (2011–2015). Nas três eleições seguintes (2014, 2018 e 2022), apenas uma mulher, Janaina Riva (MDB), foi eleita deputada estadual em cada pleito.

Na atual legislatura, outras mulheres também exerceram temporariamente o mandato como suplentes. Em julho de 2025, a ALMT registrou, pela primeira vez, três mulheres em exercício simultaneamente: Janaina Riva, titular, e as suplentes Professora Graciele e Valdeniria Dutra. Também assumiram como suplentes ao longo da 20ª Legislatura Sheila Klener, Sandy de Paula, Priscila Dourado e Marildes Ferreira.

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Nas eleições de 2026, as mulheres representaram 34% do total de candidaturas registradas em Mato Grosso, mesmo percentual verificado no estado nas eleições gerais de 2022. Apesar de serem maioria entre o eleitorado, a participação feminina entre os candidatos permaneceu em cerca de um terço.

Eleitas, Samantha e Alessandra representarão 8,3% da composição da Casa na próxima legislatura. Samantha do Abilio, de 42 anos, é designer de interiores e vereadora de Cuiabá. Eleita para a Câmara Municipal em 2024, chega à Assembleia para o primeiro mandato como deputada estadual. Já Alessandra Ferreira, de 36 anos, é cirurgiã-dentista e empresária. Foi secretária municipal de Promoção e Assistência Social de Rondonópolis entre 2025 e 2026 e disputou neste ano sua primeira eleição para um cargo eletivo.

A presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou a diferença entre o número de mulheres no eleitorado e a presença delas nos cargos eletivos. “A gente tem 51% dos eleitores que são mulheres. E por que elas não podem ter uma representatividade? Então a gente tem que melhorar essa cultura, conversar mais, trocar nossas experiências e fazer com que esse número comece a crescer também”, afirmou.

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Para a cientista política Christiany Fonseca, a participação feminina nas eleições não se converte automaticamente em representação parlamentar. Segundo ela, o processo envolve acesso às estruturas partidárias, recursos de campanha, redes políticas e condições para que as candidaturas sejam competitivas. “É preciso conseguir entrar, competir, vencer e depois permanecer na política”, resumiu Christiany.

A eleição de Samantha e Alessandra ocorre 16 anos depois do pleito que levou duas mulheres simultaneamente à Assembleia. Elas assumem os mandatos em 1º de fevereiro de 2027.

Fonte: ALMT – MT

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