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Primeira Corrida Guardião Centenário reúne 800 pessoas em Cuiabá

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A primeira edição da Corrida Guardião Centenário, promovida pelo 1º Batalhão da Polícia Militar de Mato Grosso – Daniel de Queiroz, reuniu, na noite deste sábado (19.08), 800 participantes em Cuiabá. O trajeto de 7,5 quilômetros teve início e chegada na sede da unidade, localizada na Avenida 15 de Novembro, no bairro Porto.

Os atletas passaram por pontos turísticos da Capital, como o Mercado Municipal, o Estádio Dutrinha, Museu da Caixa d’Água Velha, Praça da Mandioca, Igreja Santa Rita e Sesc Arsenal. A premiação contou com entrega de troféu e dinheiro.

O comandante do 1º Batalhão, tenente-coronel Jean Kleber Britto da Silva, afirmou que esse é mais um evento para entrar para o calendário de corridas da Polícia Militar de Mato Grosso.

“Essa corrida foi muito especial para nós, pois é a primeira a ser realizada no período noturno e que passa pelo nosso Centro Histórico, Feira do Porto, Prefeitura e os calçadões. É uma maneira de enxergar Cuiabá com outros olhos”, disse.

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Conforme o tenente-coronel Jean, o recurso arrecadado com as inscrições da corrida será destinado ao projeto social Lutando pelo Futuro, do 1º Batalhão, que ministra aulas de karatê e jiu-jitsu para alunos de 5 a 17 anos.

“O projeto é uma forma de incentivar crianças e adolescentes às práticas saudáveis e de desenvolver disciplina e responsabilidade, indo caminho contrário da violência”, enfatizou.

O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alexandre Corrêa Mendes, enalteceu o trabalho promovido pelos militares e parceiros para realização da primeira corrida Guardião Centenário e agradeceu a população por participar, mais uma vez, dos eventos da instituição.

“A corrida foi muito bem organizada e preparada para receber nossa população. Tivemos 800 pessoas que acreditaram no nosso trabalho, que gostam da Polícia Militar e estão sempre nos prestigiando. As corridas da PM são conhecidas pela autenticidade, programação e segurança e ficamos felizes de termos a sociedade compartilhando conosco bons momentos entre amigos e familiares”, declarou.

A contadora Marcele de Mello, participante assídua das corridas da Polícia Militar, parabenizou os militares pela realização do evento.

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“Agora tenho mais uma medalha para minha coleção. Eu sempre participo das corridas com obstáculo da PM e essa foi a minha primeira vez correndo a noite”, contou.

O empresário, Luis Carlos de Silva, corredor há pouco mais de um ano, disse que a modalidade trouxe inúmeros benefícios para sua saúde e que não poderia perder a oportunidade de participar de uma corrida da Polícia Militar.

“Quando soube da corrida fui logo fazer a minha inscrição. Muitos amigos já participaram das corridas da PM e só tenho agradecer pela oportunidade, organização e estrutura que ofereceram”, avaliou.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia Civil desarticula núcleo financeiro de facção criminosa na Região Metropolitana de Cuiabá

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quinta-feira (2.7), a segunda fase da Operação Golden, para cumprir ordens judiciais em continuidade às investigações que apuram a atuação de uma facção criminosa envolvida com os crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridas 14 ordens judiciais, sendo cinco mandados de busca e apreensão domiciliar, oito bloqueios de contas bancárias e ativos financeiros no limite de R$ 283,5 mil e uma medida cautelar diversa da prisão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias Polo de Cuiabá.

As ordens judiciais são cumpridas nos municípios de Várzea Grande, Pontes e Lacerda e Tangará da Serra, além de Itabela, no Estado da Bahia.

A operação, deflagrada com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), conta com o apoio operacional da Delegacia Regional de Polícia de Pontes e Lacerda, da Delegacia de Polícia de Tangará da Serra e da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) da Polícia Civil da Bahia.

Entre os alvos, está um detento que está preso em São Paulo, em razão de mandado de prisão expedido pela Justiça de Mato Grosso. O investigado possui vasta ficha criminal no Estado por envolvimento em tráfico de drogas, homicídio, entre outros crimes.

Esta segunda fase da operação tem como objetivo central a desarticulação do núcleo financeiro da facção criminosa, atingindo diretamente a estrutura econômica que sustenta as atividades ilícitas.

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Primeira fase

A primeira fase da operação foi deflagrada em 13 de março de 2025, quando foram cumpridas 18 ordens judiciais, entre mandados de busca e apreensão, prisões preventivas e bloqueios patrimoniais contra investigados por tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais.

As investigações da Denarc tiveram origem após a prisão em flagrante de um casal envolvido com o tráfico de drogas. Com o avanço das diligências, foi possível identificar que os integrantes do grupo criminoso utilizavam contas bancárias de terceiros e um estabelecimento comercial para ocultar e movimentar valores provenientes da comercialização de entorpecentes.

Em continuidade aos trabalhos da primeira fase, foram apreendidos mais de R$ 692 mil em espécie e R$ 222 mil em cheques, valores localizados durante buscas realizadas na cidade de Cáceres, além do bloqueio de grande quantidade de valores nas contas dos investigados, que continham grande quantidade de valores.

Mapeamento financeiro e lavagem de dinheiro

As investigações prosseguiram e permitiram aos investigadores identificar novos integrantes da facção criminosa e ampliar o mapeamento da estrutura financeira utilizada para a movimentação dos recursos ilícitos.

Os elementos obtidos também possibilitaram a realização de investigação financeira, que identificou movimentações incompatíveis com a capacidade econômica declarada dos investigados e a utilização de empresa de fachada.

Segundo os levantamentos realizados pela Denarc, uma empresa constituída em nome de um dos investigados, sem histórico empresarial relevante e com renda declarada modesta, movimentou mais de R$ 600 mil em apenas dois meses, sem lastro econômico compatível para gerar esse montante.

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A investigação identificou ainda transferências financeiras entre pessoas apontadas como integrantes do grupo criminoso, incluindo suspeitos com antecedentes por tráfico de drogas e participação em facções.

Segundo o delegado André Rigonato, responsável pelas investigações, também foram identificados repasses para a empresa que apresentou indícios de funcionamento incompatíveis com a atividade declarada, circunstâncias que reforçaram a hipótese investigativa de utilização de pessoas físicas e jurídicas para ocultação e dissimulação de recursos provenientes do tráfico de drogas.

Os elementos fundamentaram a representação da Polícia Civil pelas novas medidas cautelares deferidas pelo Poder Judiciário. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos aparelhos celulares, computadores, documentos e outros materiais que serão submetidos à análise pericial para subsidiar a continuidade das investigações.

“As medidas cautelares patrimoniais têm como finalidade impedir a ocultação ou dissipação de ativos supostamente oriundos da atividade criminosa, preservar elementos de prova e assegurar eventual reparação dos danos e perdimento de bens ao final da persecução penal”, destacou o delegado.

As investigações seguem em andamento, podendo resultar na identificação de novos envolvidos e na adoção de outras medidas judiciais.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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