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Polícia Militar prende assassino de sargento da PM e filho em Cuiabá

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Policiais militares do 10º Batalhão prenderam, na noite desta segunda-feira (12.08), três pessoas e apreenderam um adolescente, de 17 anos, suspeitos por associação criminosa, tráfico ilícito de drogas e porte ilegal de arma de fogo, no bairro Ribeirão do Lipa, em Cuiabá.

Um dos suspeitos é condenado pela morte do sargento da Polícia Militar, Noel Marques da Silva, e de seu filho Noel Marques da Silva Júnior em 2020 e 2021, respectivamente. Ele estava foragido da Penitenciária Central do Estado.

Os policiais militares receberam informações de que havia um homem sendo vítima de “salve” cometido por integrantes de uma organização criminosa. Assim que as equipes chegaram no local da ocorrência, os envolvidos correram em direção opostas. Os policiais conseguiram deter quatro delas.

Durante busca pessoal, o adolescente foi flagrado com três porções de substância análogas à cocaína. Uma suspeita possuía mandado de prisão em aberto expedido pela Justiça de Mato Grosso do Sul. Na casa da jovem, os militares apreenderam uma porção de ácido bórico e três trouxinhas de maconha.

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Os militares ainda identificaram um outro integrante da quadrilha como sendo o assassino do sargento e do filho do policial militar. O suspeito afirmou que era foragido da Penitenciária Central do Estado e que havia uma arma de fogo em sua residência. Ele ainda possuía um mandado de prisão em aberto expedido pela 2ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

No local, os militares apreenderam uma balança de precisão, um revólver calibre 38 e cinco munições intactas. Os suspeitos e todo material apreendido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Operação da Polícia Civil desarticula central de golpes virtuais em Várzea Grande

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15.10), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

¿Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande.

¿As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

¿A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

¿Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

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¿Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

¿Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

¿As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

¿Persona Sintética
¿
O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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