POLÍCIA

Polícia Civil prende três faccionados responsáveis por quatro mortes na região de Colniza

Publicado em

Três pessoas foram presas pela Polícia Civil após praticarem uma sequência de quatro mortes na região madeireira de Colniza. Um quarto suspeito acabou morto, após disparar contra os policiais. Tais ações foram desencadeadas entre quinta-feira (11.9) e domingo (14.9).

Inicialmente, a informação que se tinha era de na quinta-feira, um grupo ligado a uma facção criminosa teria armado um contexto para executar um integrante de uma facção rival. Segundo informações levantadas pela Polícia Civil, o grupo era extremamente violento.

Após matarem esse rival, os suspeitos, em princípio cinco, roubaram um veículo Gol. Na ação, ainda executaram o proprietário, identificado por Valdecir dos Santos, de 35 anos. Segundo a investigação, a vítima estava deitada e foi morta com tiros na cabeça.

A investigação também apurou que, na fuga, o veículo apresentou uma pane e acabou incendiado pelo grupo. Dois deles seguiram com a motocicleta à procura de outro meio de fuga. Os outros três aguardaram o apoio na região de mata.

A dupla que saiu em busca de outro veículo avistou uma fazenda, invadiu a propriedade e fez novas vítimas. Duas pessoas foram executadas no local, uma terceira conseguiu fugir, após ser agredida com coronhadas de revólver na cabeça. Em seguida, roubou uma motocicleta e destruíram outra, de acordo com a investigação, para dificultar qualquer busca por eles.

Leia Também:  PM prende suspeito de agredir gestante de oito meses com chutes na barriga

Ao retornar ao local onde os demais os aguardavam, todos eles deram sequência à fuga nas duas motocicletas. No caminho, dois deles se acidentaram na moto e acabaram incendiando o veículo, novamente para eliminar os vestígios. Na sequência, dois deles seguiram em fuga na outra motocicleta, os outros três à pé.

Em continuidade às diligências, equipes policiais depararam com os três à pé, entre a região de Guatá e Guariba. Ao serem abordados, um deles, identificado por Carlos Antonio Barbosa Rodrigues, vulgo “chefinho”, de 18 anos, atirou contra os policiais, que revidaram, atingindo o suspeito. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

Menor de 16 anos era vítima

A primeira informação repassada à Polícia Civil era de que o grupo era composto por cinco suspeitos. Contudo, no decorrer da investigação foi comprovada que uma menor de 16 anos que estaria incidada inicialmente como pertencete à facção era, de fato, vítima do grupo criminoso.

A adolescente teria sido coagida pelos integrantes a se prostituir e colaborar com o contexto criado para atrair a primeira vítima do grupo, que seria o integrante de facção rival a deles.

Leia Também:  Polícia Civil participa de evento nacional de enfrentamento às organizações criminosas

Prisões

Estão presos e à disposição da Justiça três suspeitos. Duas prisões ocorreram na sexta-feira (12.9), às margens do Rio Roosevelt, sendo uma mulher de 22 anos e um homem de 19. Um terceiro suspeito, também de 19 anos, foi preso pela pela Polícia Militar, neste domingo (14.9).

O trio deve ser inciado pelos crimes de homicídio, latrocínio, associação criminosa, sequestro, cárcere privado e exploração sexual de adolescente.

Foram apreendidos duas armas de fogo, quatro aparelhos celulares, 34 munições intactas e uma motocicleta utilizada nos delitos.

Toda ação policial contou com apoio da Força Tática da PMMT e da Polícia Civil de Rondônia.

Fonte: Policia Civil MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

POLÍCIA

Polícia Civil apura suposta atuação de advogada em entrega de ilícitos em cadeia de Campo Novo do Parecis

Published

on

A Polícia Civil cumpriu, na manhã desta terça-feira (27.5), três ordens judiciais tendo como alvo uma advogada, investigada por envolvimento em um suposto esquema de ingresso de materiais ilícitos na Cadeia Pública de Campo Novo do Parecis.

As ordens judiciais, sendo dois mandados de busca e apreensão na residência e escritória da advogada e um de quebra de dados telefônicos e telemáticos, foram expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Tangará da Serra.

As investigações foram conduzidas pela Delegacia de Campo Novo do Parecis e os mandados foram cumpridos na cidade de Sapezal, com apoio da equipe de policiais da Delegacia do município.

Para garantir a legalidade e a regularidade dos atos, a Polícia Civil solicitou o acompanhamento de representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) durante o cumprimento das medidas.

O inquérito policial para apuração dos fatos foi instaurado após registro de ocorrência no início deste ano, do ingresso de materiais ilícitos na Cadeia Pública de Campo Novo do Parecis. Na ocasião, durante procedimento de revista promovido por policiais penais, foram localizados uma porção de maconha e dois carregadores de telefone celular em posse de um reeducando.

Leia Também:  PM prende suspeito de agredir gestante de oito meses com chutes na barriga

O material ilícito foi encontrado com o reeducando logo após atendimento jurídico realizado pela advogada, residente na cidade de Sapezal, levantando a suspeita de, supostamente, os produtos terem sido entregues por ela durante a visita.

Com base nas informações reunidas durante as diligências investigativas, foi representado pelas ordens judiciais contra a advogada, que foram deferidas pelo Poder Judiciário. As buscas foram realizadas no escritório profissional e na residência da investigada, localizados em Sapezal. Durante as diligências, foram apreendidos um aparelho celular, um notebook e dispositivos de armazenamento digital.

As investigações seguem em andamento para completa apuração dos fatos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA