Dois homens, investigados pela comercialização de entorpecentes em Guarantã do Norte (715 km ao norte de Cuiabá), foram presos em flagrante pela Polícia Civil, na tarde de terça-feira (13.08), durante diligências realizadas pelos policiais da Delegacia Regional.
Os suspeitos de 20 e de 32 anos foram autuados em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Os policiais da Delegacia Regional de Rondonópolis já monitoravam o local há alguns dias após diversas denúncias de que no endereço funcionava um ponto de venda de entorpecentes.
Nas investigações, ficou constatado que a casa pertencia a um suspeito com várias passagens criminais, porém quem comercializava drogas no local era um outro traficante, que em troca fornecia entorpecentes para o dono da residência.
Durante o monitoramento do endereço, foi verificada a intensa movimentação de pessoas, passando rapidamente e saindo do local, característico de ponto de venda de entorpecentes.
Na terça-feira (13), os policiais visualizaram o momento em que um dos traficantes saiu da residência e fez uma entrega de material entorpecente a dois usuários, que posteriormente foram abordados, sendo confirmado se tratar de porções de maconha.
Diante das evidências, os policiais seguiram até a residência, onde ao chegarem avistaram o traficante jogando um pacote para casa vizinha, sendo verificado se tratar de uma porção de pasta base de cocaína. Em buscas na residência dos investigados também foi apreendido R$ 206 em dinheiro trocado característico da atividade de tráfico.
Os dois suspeitos foram conduzidos à delegacia, onde após serem interrogados, foram autuados em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico, sendo posteriormente colocados à disposição da Justiça.
A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (16.7), a Operação Égide, destinada ao cumprimento de ordens judiciais contra uma mulher apontada como líder de um esquema de tráfico interestadual de drogas.
Durante a operação, foram cumpridos dois mandados de prisão e dois mandados de busca e apreensão em Cuiabá e Sinop. Durante as diligências, os policiais também apreenderam aparelhos celulares, porções de entorpecentes e outros materiais que serão analisados no decorrer da investigação.
A ação foi coordenada pela 2ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças e contou com o apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop, e da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) de Cuiabá.
A investigação teve início após a prisão de uma mulher com 10kg de Skunk, realizada pela Polícia Rodoviária Federal, em Barra do Garças. As informações obtidas durante essa ocorrência permitiram à Polícia Civil avançar nas investigações sobre a estrutura responsável pelo envio de drogas para outros estados.
Com o avanço das apurações, a Polícia Civil identificou uma mulher, de 45 anos, moradora de Cuiabá, apontada pela investigação como responsável por agenciar e recrutar jovens para o transporte de entorpecentes a diferentes regiões do país.
Segundo as investigações, a suspeita atuava na organização do transporte de drogas em esquemas com ramificações interestaduais e internacionais. De acordo com a Polícia Civil, ela era responsável por coordenar o envio de carregamentos avaliados em milhões de reais para diferentes estados brasileiros.
A investigada tinha três mandados de prisão em aberto, expedidos pela Justiça de Mato Grosso, e era considerada foragida. Após o cruzamento de informações, ações de inteligência e diligências de campo, a equipe da 2ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças localizou o endereço onde ela estava.
Com a localização confirmada, os policiais civis realizaram a abordagem e deram cumprimento ao mandado de prisão e à ordem de busca e apreensão nesta quinta-feira (16).
A segunda prisão da Operação Égide foi cumprida em Sinop, com o apoio da equipe da Draco local. Uma mulher, de 26 anos, que atuava como “mula”, transportando entorpecentes.
A análise dos aparelhos celulares e dos demais materiais apreendidos poderá revelar novos detalhes sobre as rotas utilizadas, os financiadores do esquema, os fornecedores dos entorpecentes, os destinatários das cargas e outros jovens eventualmente recrutados para atuar como transportadores.
As investigações continuam com o objetivo de identificar e responsabilizar todos os integrantes da facção criminosa.
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