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Polícia Civil prende principal suspeito de homicídio e ocultação de cadáver de jovem em Cocalinho

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Alto Boa Vista e Núcleo de Inteligência da Regional de Confresa/Vila Rica, deflagrou na manhã desta terça-feira (14.05), mais uma fase da Operação Tribunal Paralelo, para cumprimento de mandado de prisão temporária e preventiva, contra um integrante de facção criminosa, apontado como principal suspeito do homicídio e ocultação de cadáver de um jovem no município de Cocalinho.

A operação integra os trabalhos da Operação Erga Omnes deflagrada pela Diretoria-Geral da Polícia Civil para o combate da atuação de facções criminosas em todo estado de Mato Grosso.

O investigado de 21 anos, que ocupava o cargo de “matador” na organização criminosa, estava com os dois mandados decretados pela 1ª Vara Criminal de Água Boa, com base em investigações da Delegacia de Cocalinho, pelo crime de homicídio qualificado.

O grupo criminoso investigado tem envolvimento em crimes de homicídio qualificado, tortura, corrupção de menores e organização criminosa. As ordens judiciais contra o criminoso foram cumpridas no município de Alto Boa Vista, após informações de que ele estaria na cidade para praticar mais um homicídio.

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Com base nas informações passadas, as equipes policiais realizaram diversas diligências até encontrar o suspeito em uma residência da cidade, onde foi dado cumprimento às ordens judiciais.

Crimes investigados

Segundo as investigações conduzidas pela equipe da Delegacia de Cocalinho, o suspeito, preso nesta terça-feira (14) tem participação em diversas mortes e desaparecimentos ocorridos no município e teve o seu envolvimento identificado no desaparecimento do jovem Diogo Rosendo de Souza.

O jovem foi visto com parte dos criminosos investigados no dia 11 de novembro de 2023 e depois disso não retornou mais para casa. Com a prisão do foragido, cinco pessoas envolvidas no caso já foram presas e dois suspeitos continuam foragidos. As diligências são realizadas para a localização dos restos mortais da vítima.

O grupo criminoso também teve participação na morte da jovem Vitória Régia Pereira de Santana, de 21 anos, ocorrido no mês de fevereiro, no bairro Alto Cocalinho. Na ocasião, a vítima foi executada com três disparos de arma de fogo, após ser atraída até o local dos fatos para fazer consumo de substância entorpecente.

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Duas semanas antes de ser morta, Vitória procurou a Delegacia de Cocalinho buscando auxílio, pois já tinha sofrido diversos castigos físicos (salves) de integrantes de uma facção criminosa na cidade.

1ª Fase

A primeira fase da Operação Tribunal Paralelo foi deflagrada no dia 24 de fevereiro, pela Delegacia de Cocalinho, para cumprimento de 10 ordens judiciais, sendo cinco mandados de busca e apreensão, quatro de prisões temporárias e um de internação provisória de uma adolescente, envolvidos nos crimes de homicídio qualificado, tortura, corrupção de menores.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil desarticula núcleo financeiro de facção criminosa na Região Metropolitana de Cuiabá

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quinta-feira (2.7), a segunda fase da Operação Golden, para cumprir ordens judiciais em continuidade às investigações que apuram a atuação de uma facção criminosa envolvida com os crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridas 14 ordens judiciais, sendo cinco mandados de busca e apreensão domiciliar, oito bloqueios de contas bancárias e ativos financeiros no limite de R$ 283,5 mil e uma medida cautelar diversa da prisão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias Polo de Cuiabá.

As ordens judiciais são cumpridas nos municípios de Várzea Grande, Pontes e Lacerda e Tangará da Serra, além de Itabela, no Estado da Bahia.

A operação, deflagrada com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), conta com o apoio operacional da Delegacia Regional de Polícia de Pontes e Lacerda, da Delegacia de Polícia de Tangará da Serra e da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) da Polícia Civil da Bahia.

Entre os alvos, está um detento que está preso em São Paulo, em razão de mandado de prisão expedido pela Justiça de Mato Grosso. O investigado possui vasta ficha criminal no Estado por envolvimento em tráfico de drogas, homicídio, entre outros crimes.

Esta segunda fase da operação tem como objetivo central a desarticulação do núcleo financeiro da facção criminosa, atingindo diretamente a estrutura econômica que sustenta as atividades ilícitas.

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Primeira fase

A primeira fase da operação foi deflagrada em 13 de março de 2025, quando foram cumpridas 18 ordens judiciais, entre mandados de busca e apreensão, prisões preventivas e bloqueios patrimoniais contra investigados por tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais.

As investigações da Denarc tiveram origem após a prisão em flagrante de um casal envolvido com o tráfico de drogas. Com o avanço das diligências, foi possível identificar que os integrantes do grupo criminoso utilizavam contas bancárias de terceiros e um estabelecimento comercial para ocultar e movimentar valores provenientes da comercialização de entorpecentes.

Em continuidade aos trabalhos da primeira fase, foram apreendidos mais de R$ 692 mil em espécie e R$ 222 mil em cheques, valores localizados durante buscas realizadas na cidade de Cáceres, além do bloqueio de grande quantidade de valores nas contas dos investigados, que continham grande quantidade de valores.

Mapeamento financeiro e lavagem de dinheiro

As investigações prosseguiram e permitiram aos investigadores identificar novos integrantes da facção criminosa e ampliar o mapeamento da estrutura financeira utilizada para a movimentação dos recursos ilícitos.

Os elementos obtidos também possibilitaram a realização de investigação financeira, que identificou movimentações incompatíveis com a capacidade econômica declarada dos investigados e a utilização de empresa de fachada.

Segundo os levantamentos realizados pela Denarc, uma empresa constituída em nome de um dos investigados, sem histórico empresarial relevante e com renda declarada modesta, movimentou mais de R$ 600 mil em apenas dois meses, sem lastro econômico compatível para gerar esse montante.

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A investigação identificou ainda transferências financeiras entre pessoas apontadas como integrantes do grupo criminoso, incluindo suspeitos com antecedentes por tráfico de drogas e participação em facções.

Segundo o delegado André Rigonato, responsável pelas investigações, também foram identificados repasses para a empresa que apresentou indícios de funcionamento incompatíveis com a atividade declarada, circunstâncias que reforçaram a hipótese investigativa de utilização de pessoas físicas e jurídicas para ocultação e dissimulação de recursos provenientes do tráfico de drogas.

Os elementos fundamentaram a representação da Polícia Civil pelas novas medidas cautelares deferidas pelo Poder Judiciário. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos aparelhos celulares, computadores, documentos e outros materiais que serão submetidos à análise pericial para subsidiar a continuidade das investigações.

“As medidas cautelares patrimoniais têm como finalidade impedir a ocultação ou dissipação de ativos supostamente oriundos da atividade criminosa, preservar elementos de prova e assegurar eventual reparação dos danos e perdimento de bens ao final da persecução penal”, destacou o delegado.

As investigações seguem em andamento, podendo resultar na identificação de novos envolvidos e na adoção de outras medidas judiciais.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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