Policiais civis da Delegacia de Juína prenderam, nesta sexta-feira (07.02), o segundo executor do homicídio de uma vítima encontrada no Rio Juruena, no mês de dezembro passado.
Fábio Bolsoni, de 38 anos, foi identificado nas investigações da Delegacia de Juína como o executor de Valdivino Gomes Ferreira, 35 anos. O corpo da vítima foi avistado por populares às margens do rio, já em processo de decomposição, e tinha os pés amarrados. Valdivino estava desaparecido desde 14 de dezembro.
O criminoso estava foragido desde a ocorrência do assassinato. Valdivino foi executado na residência do investigado, localizada no Módulo 06, em Juína. Na casa dele, os investigadores encontraram a bicicleta da vítima.
O homicídio foi motivado, a princípio, pela venda de drogas não pertencentes à facção criminosa que controla o tráfico na cidade. Antes de ser executado, Valdivino foi torturado e passou por uma espécie de ‘tribunal do crime’ e teve a morte ordenada de dentro de uma penitenciária.
Um dos executores foi preso em flagrante, na mesma semana em que ocorreu o crime. Na ocasião, J.A.S.R. quebrou seu celular, com o objetivo de ocultar provas dos crimes praticados. Porém, em seu bolso foi encontrado outro aparelho que, posteriormente, foi identificado como o celular da vítima, comprovado por meio de nota fiscal.
A Delegacia de Juína continua com as investigações para identificar todos os responsáveis pelo homicídio e conclusão do inquérito policial. O preso nesta sexta-feira passará por audiência de custódia e será enviado ao centro de detenção do município, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.
A Polícia Civil incinerou, na tarde desta quarta-feira (3.6), mais de 28 quilos de entorpecentes apreendidos em ações de combate ao tráfico de drogas realizadas no município de Confresa e região.
A destruição do material foi realizada pela equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Confresa e ocorreu após autorização judicial, seguindo os procedimentos previstos na legislação vigente. No total, foram destruídos 28,5 quilos de drogas, sendo cerca de 27,56 kg de maconha, 306,74 g de cocaína e 0,83 g de cigarro de maconha.
Os entorpecentes destruídos eram provenientes de apreensões realizadas pelas forças de segurança pública que atuam na região, bem como de procedimentos investigativos conduzidos pela Derf de Confresa. O material estava vinculado a inquéritos policiais e demais procedimentos instaurados para apuração de crimes relacionados ao tráfico de drogas.
A ação foi acompanhada por representantes da Polícia Civil, do Ministério Público, servidores da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), autoridade sanitária e demais testemunhas, garantindo a regularidade e a transparência de todo o procedimento.
A incineração representa uma etapa prevista na Lei de Drogas e integra o trabalho permanente de repressão ao tráfico de entorpecentes, assegurando a destinação legal do material apreendido após os exames periciais e autorizações judiciais necessárias.
De acordo com a delegada de Polícia Karen Amaral Makrakis, a medida impede que os entorpecentes retornem à circulação ilícita e reforça o compromisso das instituições de segurança pública com a proteção da sociedade e o enfrentamento à criminalidade.
“O combate ao tráfico de drogas segue como uma das prioridades da Derf de Confresa, sendo desenvolvido de forma integrada com as demais forças de segurança e órgãos do sistema de justiça, visando à redução da criminalidade e ao fortalecimento da segurança pública na região”, destacou a delegada.
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