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Polícia Civil forma 3ª Turma de Operadores de Mandado de Alto Risco em Sinop

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Regional de Sinop (499 km ao norte de Cuiabá), realizou neste sábado (13.05) a formatura da 3ª Turma do Curso de Operador de Mandado de Alto Risco (Comar), realizado pela Academia de Polícia Civil (Acadepol) com instrutores do Grupo de Operações Especiais (GOE).

Participaram do curso 20 policiais entre escrivães, investigadores e delegados, da 1ª Delegacia de Polícia de Sinop, Delegacia de Roubos e Furtos (Derf), Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança, Adolescente e Idoso, além da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa.

O delegado regional de Sinop, Carlos Eduardo Muniz, reconheceu a necessidade de oferecer melhores instruções para sua equipe e idealizou o Comar e destacou a importância do conhecimento compartilhado durante o curso para a rotina dos policiais que enfrentam cenários críticos de segurança no cumprimento de mandados em operações policiais.

“Nós temos que preparar o policial para o pior dos cenários, para que ele esteja preparado para agir em qualquer situação. Nós queremos que os policiais estejam cada vez mais preparados, mais técnicos e aptos a proteger a própria vida e a do cidadão”, destacou.

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O delegado titular da GOE, Frederico Murta, lembrou que neste ano ainda haverá o treinamento de outras seis turmas e ressaltou que o curso é uma ideia nova e essencial para a garantia da segurança e da vida do policial civil que constantemente se arrisca durante operações policiais.

“Não só pela efetividade de que a medida será cumprida com maior eficiência, mas também pela segurança, uma vez que os policiais estarão melhores treinados para exercer sua função, garantindo a segurança dos envolvidos, do próprio alvo e das pessoas que estão no entorno, ou seja, o cidadão que vive naquele local”, ponderou.
O escrivão Elton Citadella participou do curso e reconheceu a necessidade do Comar, que garante a segurança e preserva a vida do policial. “Com este curso eu me sinto mais preparado e capaz de sempre voltar para minha família, após uma operação”, agradeceu.

A entrega dos brevês também contou com a presença do comandante do 11ª Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel PM, Pedro Miguel, do secretário de Trânsito e Transporte Urbano de Sinop, major PM Rodrigo Varela e o presidente do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) de Sinop, Aloísio Pereira de Barros.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação da Polícia Civil mira membros de facção criminosa que atuam no norte de MT

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (30.6), em Sinop, a Operação Extensão para cumprir dois mandados de busca e apreensão domiciliar contra investigados por integrarem uma facção criminosa na região norte do Estado.

Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de até R$ 55 mil nas contas de um dos investigados, medida destinada a impedir a movimentação de valores supostamente vinculados às atividades criminosas.

Os mandados foram decretados pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Sinop, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco) de Cuiabá, que apuram os crimes de organização criminosa e lavagem de capitais.

O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop. A operação teve como alvo principal L.S.P., conhecido como “Sapateiro”, apontado como integrante da facção criminosa na região norte do Estado.

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Influência externa

As investigações tiveram início em 2024, quando o principal alvo da investigação foi transferido para o Presídio Federal de Catanduvas, no Paraná. Porém, mesmo custodiado, ele continuaria exercendo influência sobre as atividades da facção criminosa.

Segundo as apurações, os alvos das buscas desempenham funções estratégicas para a estrutura criminosa, executando ordens repassadas pela liderança da facção, seja na distribuição fragmentada de valores provenientes das atividades ilícitas, seja na operacionalização das ações necessárias para a manutenção e o fortalecimento do grupo criminoso.

Durante as investigações, também foram identificados indícios de uma estrutura composta por operadores responsáveis pela movimentação financeira, suporte logístico, habilitação de linhas telefônicas, ocultação patrimonial e utilização de terceiros para dificultar o rastreamento dos valores obtidos de forma ilícita.

Com base nos elementos colhidos, a Polícia Civil representou pelas medidas judiciais, que foram deferidas pela Justiça. As buscas têm como objetivo apreender aparelhos celulares, documentos, mídias e outros elementos que contribuam para o avanço das investigações, bem como identificar novos integrantes e fortalecer as provas relacionadas aos crimes investigados.

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Operação Extensão

O nome da operação faz referência à estratégia adotada pela facção criminosa de ampliar a atuação de sua principal liderança por meio de integrantes e pessoas interpostas que, mesmo sem vínculo direto e aparente com o líder preso, executariam suas determinações, permitindo a continuidade das atividades criminosas e estendendo a influência da facção na região.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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