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Polícia Civil e Procon municipal apreendem carretéis de linha chilena em papelaria

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A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) apreendeu, na manhã desta segunda-feira (05.06), carretéis de “linha chilena”, em uma papelaria no bairro CPA 2, na Capital. A linha é produzida com pó de quartzo e óxido de alumínio, o que a torna ainda mais cortante do que a linha com cerol, e é usada em pipas.

Em Cuiabá, a comercialização de linhas cortantes, como a linha chilena, é proibida pela Lei Municipal 6.652, de 02 de março de 2021.

A Decon recebeu uma denúncia de que a papelaria estava expondo à venda e comercializando o produto. Diante da informação recebida e do risco à sociedade gerado pela exposição de material impróprio para o consumo, policiais civis e fiscais do Procon Municipal foram à papelaria no final da manhã e apreenderam o material que estava exposto à venda, além de terem notificado a empresa sobre a proibição da comercialização do produto.

A Polícia Civil encaminhou o material apreendido para perícia. Foi instaurado procedimento para investigar os fatos, que podem configurar crime contras as relações de consumo, com pena de prisão de até cinco anos e multa para os responsáveis.

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A Decon alerta que o uso da linha chilena pode parecer uma brincadeira inocente, mas em certos casos pode causar grave risco à integridade física e à vida das pessoas, pois é um objeto cortante. Há inúmeros relatos de pessoas que sofreram lesões corporais e até mortes de motociclistas, ciclistas e transeuntes que tiveram o pescoço cortado por esse tipo de linha, além de animais gravemente feridos e até mortos ao terem a linha enroscada.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação da Polícia Civil desarticula central de golpes virtuais em Várzea Grande

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15.10), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

¿Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande.

¿As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

¿A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

¿Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

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¿Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

¿Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

¿As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

¿Persona Sintética
¿
O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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