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Polícia Civil desarticula grupo criminoso envolvido com esquema de extorsão em Barra do Garças

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) e da 2ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá), deflagrou tarde de segunda-feira (06.05), a Operação Arco-íris, com foco na desarticulação de um esquema criminoso, voltado para extorsão de vítimas que eram filmadas durante programas sexuais.

A operação deu cumprimento a seis mandados de busca e apreensão domiciliar com alvo em integrantes do grupo de travestis envolvido no crime. Os mandados foram cumpridos em seis quitinetes de um residencial, onde cada um dos investigados residia.

As investigações apontam que o esquema era coordenado por um grupo de travestis, que usava um menor de idade como isca para atrair homens para programas sexuais, sendo as vítimas abordadas durante a noite, em postos de combustíveis no trevo da cidade.

Durante a realização do programa contratado, a vítima era filmada, por uma das travestis integrantes do grupo e as imagens eram posteriormente utilizadas para ameaçar e extorquir as vítimas, sob a acusação de pedofilia. Em um dos vídeos feito pelo grupo, a vítima aparece amarrada e amordaçada, sendo agredida com tapas e socos, enquanto a integrante do grupo o acusa de pedofilia.

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Com base nas investigações, foi representado pelos mandados de busca e apreensão contra os envolvidos, sendo as ordens judiciais cumpridas em residências e locais utilizados para os atos sexuais. As buscas resultaram na apreensão de documentos pessoais, cartões de contas bancárias de terceiros (possivelmente clientes) e instrumentos de procedimentos cirúrgicos.

Os delegados responsáveis pelas investigações, Welber Batista Franco, Joaquim Leitão Júnior e Nelder Martins Pereira, ressaltam que a operação tem o objetivo de cessar essa modalidade criminosa de extorsão e combater a exploração sexual, principalmente de menores, que são utilizados como meio de auferir vantagens ilícitas.

As investigações seguem em andamento para levantamento de outros elementos, assim como para identificação de outras vítimas e pessoas envolvidas no crime.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil prende mulher investigada por vender sua conta para receber dinheiro de golpes

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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu em flagrante, nesta quarta-feira (7.10), em Várzea Grande, uma mulher de 23 anos, suspeita de ter cedido sua conta bancária para receber valores obtidos mediante fraude aplicada contra um idoso no município de Macapá (AP).

As investigações tiveram início após a vítima, um homem de 61 anos, procurar a Polícia Civil do Amapá para registrar um boletim de ocorrência e informar que foi induzida a efetuar um Pix de R$ 14 mil para fechar a compra de um veículo anunciado em uma rede social, negócio que se revelou fraudulento.

Como o valor foi transferido para a conta bancária em nome de uma mulher moradora de Várzea Grande, a Polícia Civil do Amapá entrou em contato com a Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil de Mato Grosso, que encaminhou o caso para a Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande.

A partir de investigações e diligências contínuas e ininterruptas, as equipes conseguiram localizar a suspeita e efetuar a prisão em flagrante nesta quarta-feira, no bairro Jardim dos Estados.

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Em depoimento, ela confessou ter vendido os dados da própria conta bancária por R$ 400 a um indivíduo que anunciava, em seu perfil no Instagram, a compra de contas bancárias de terceiros.

A conduta está tipificada no artigo 171, § 2º-A, inciso VII, do Código Penal, incluído pela Lei nº 15.397/2026, que pune quem cede, gratuita ou onerosamente, conta bancária para que nela transitem recursos destinados ao financiamento de atividade criminosa ou dela provenientes.

A suspeita não teve fiança arbitrada e aguarda a realização da audiência de custódia.

O delegado Ruy Peral, responsável pela investigação do caso, reforçou que a venda ou cessão de contas bancárias a terceiros para receber valores ilícitos é crime. “Você pode se tornar investigado por fraudes das quais sequer participou diretamente, mesmo sem intenção de lesar a vítima final”, afirmou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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