POLÍCIA

Polícia Civil deflagra operação para apurar venda de acesso à internet em presídio de Pontes e Lacerda

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Pontes e Lacerda e com apoio da Delegacia de Vila Bela da Santíssima Trindade (445 e 520 km de Cuiabá respectivamente), deflagrou, nesta sexta-feira (14.3), a Operação Assepsia, para cumprir oito mandados judiciais em desfavor de três policiais penais lotados no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pontes e Lacerda.

Os mandados foram cumpridos no CDP de Pontes e Lacerda e nas residências dos investigados. Dois policiais penais foram presos preventivamente. No armário de uma policial penal, dentro do Centro de Detenção Provisória, foi encontrado um aparelho roteador de internet.

Nas casas dos investigados foram encontrados aparelhos telefônicos e chips destinados ao ingresso ilegal na unidade prisional, além de arma de fogo, munições, dinheiro.

Investigações

As investigações iniciaram em 2024, após a tentativa frustrada de entrada de um colchão recheado com entorpecentes na unidade penal. A linha de investigação é de que policiais penais se associaram a reeducandos da unidade para facilitar a entrada de aparelhos telefônicos e entorpecentes.

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Os policiais também são investigados por vender a senha da internet da unidade prisional por R$ 5 mil para os presos acessarem a rede através de celulares.

A investigação também apura a suposta ocorrência do crime de coação no curso do processo, pois um policial penal é suspeito de ter oferecido dinheiro para um reeducando alterar seu depoimento na delegacia e, diante da recusa deste, teria passado a ameaçá-lo de morte dentro da unidade prisional.

Outro policial penal também é investigado pelo crime de concussão, sob a acusação de estar coagindo outro reeducando a assinar procurações e documentos que lhe beneficiariam em relação à exploração de minério.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre mandados contra investigado por coagir e intimidar delegado em Cuiabá

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, em Cuiabá, nesta terça-feira (13.7), a Operação Autoritas, para cumprir três ordens judiciais contra um homem de 41 anos, investigado por coação processual e ameaça contra um delegado. Ele também é réu pela suposta prática do crime de organização criminosa.

De acordo com as investigações, após se tornar réu, o investigado passou a monitorar a rotina do delegado responsável pelas apurações que resultaram em seu indiciamento.

O homem também monitorou a rotina da esposa do delegado, de seu filho e de outros familiares, inclusive menores de idade, com o propósito de intimidar a autoridade policial e interferir na ação penal à qual responde na Justiça.

Foram autorizados o cumprimento de um mandado de prisão e de dois mandados de busca e apreensão em Cuiabá. O suspeito não foi localizado e encontra-se foragido. As ordens judiciais foram expedidas pela 7ª Vara Criminal da Comarca da Capital. Toda a ação foi desencadeada por policiais civis da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco).

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O nome da operação, “Autoritas”, faz referência à autoridade legítima do Estado, representada pelos agentes públicos no exercício de suas funções.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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