A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Polícia de Vila Bela da Santíssima Trindade, cumpriu dois mandados de prisão definitiva por condenação pelo crime de estupro de vulnerável (art. 217-A do Código Penal).
Nesta quarta-feira (7.5), foi preso Wilker Vieira Ramos, de 29 anos, conhecido pela alcunha “Boi”, condenado pela Vara Única de Vila Bela da Santíssima Trindade/MT à pena de 9 anos e 4 meses de reclusão em regime fechado, também pelo crime de estupro de vulnerável. Wilker foi localizado na zona rural do município, na Gleba do Seringal, durante a execução de tarefas agropecuárias em sua propriedade. A prisão ocorreu de forma tranquila e sem necessidade de algemas.
Na terça-feira (6), deram cumprimento a outro mandado. Desta vez, Wagner Francisco de Paula, conhecido como “Guinho”, de 43 anos, condenado pela Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Várzea Grande. Wagner foi sentenciado a 24 anos e 2 meses de reclusão em regime fechado, com decisão transitada em julgado, e estava residindo em uma casa no município de Vila Bela, onde foi capturado sem oferecer resistência.
As prisões são resultados direto da atuação contínua e estratégica da equipe da Delegacia de Polícia de Vila Bela da Santíssima Trindade, com foco no combate à impunidade em crimes sexuais contra crianças e adolescentes, e no cumprimento rigoroso das ordens judiciais expedidas pelo Poder Judiciário mato-grossense.
A Polícia Civil reitera seu compromisso com a proteção da dignidade das vítimas e com a efetivação da justiça penal, atuando de forma integrada com o Ministério Público e o Poder Judiciário, sempre com respeito aos direitos e garantias fundamentais.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta segunda-feira (29.6), a Operação Raleda para cumprir 35 ordens judiciais contra integrantes de duas facções criminosas rivais responsáveis por homicídios e tráfico de drogas em São José do Rio Claro e região.
Os investigados teriam cometido homicídios a mando de líderes das respectivas facções. Os alvos também estão envolvidos na prática de outros crimes, como lavagem de dinheiro e delitos relacionados ao comércio ilegal de medicamentos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Entre as ordens judiciais estão 27 mandados de busca e apreensão em residências, locais de trabalho e empresas dos investigados, além de cinco mandados de prisão preventiva e três de prisão temporária.
A operação é coordenada pela Delegacia de Polícia de São José do Rio Claro. Os mandados são cumpridos em oito cidades de Mato Grosso: Cuiabá, Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Brasnorte, Barra do Bugres, Comodoro e Mirassol d’Oeste.
No decorrer das investigações, ainda foi possível verificar a ocorrência de outros crimes praticados por grupos paralelos, cujos participantes, embora não tivessem relação com os homicídios, mantinham relação entre si na prática de crimes como comércio ilegal e porte ilegal de armas de fogo e munições, lavagem de capitais, venda de medicamentos proibidos pela Anvisa, exercício ilegal da medicina, entre outros.
A operação conta com a participação de 80 policiais civis, entre delegados de polícia, escrivães e investigadores, além do apoio da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos (DERFVA), da Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, da Delegacia Regional de Nova Mutum e das unidades das cidades de Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Brasnorte, Barra do Bugres, Comodoro, Mirassol d’Oeste, Tapurah e Nova Maringá.
Operação Pharus
A operação integra as ações do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate à atuação de grupos criminosos em todo o Estado.
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