A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Juscimeira (157 km ao sul de Cuiabá), em parceria com a Polícia Militar, deflagrou na manhã desta sexta-feira (01.09), a Operação Vindicta para cumprimento de 11 ordens judiciais com alvo em uma associação criminosa voltada para os crimes de tráfico de drogas e tortura no município.
Os mandados, sendo cinco de prisão temporária e seis de busca e apreensão, foram cumpridos na cidade de Rondonópolis e no distrito de Santa Elvira em Juscimeira. Os trabalhos contaram com apoio operacional de policiais civis da Delegacia de Jaciara e da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis.
A deflagração da operação teve como base o desdobramento de uma investigação de tortura/castigo praticada por membros da organização criminosa, praticados contra duas pessoas, que em tese, teriam subtraídos pertences de integrantes da facção.
Durante as investigações do crime, foi possível identificar a organização criminosa e os envolvidos no castigo aplicado contra as vítimas. Com base nos levantamentos, o delegado de Juscimeira, José Ramon Leite, representou pelos mandados de prisão e busca e apreensão contra os investigados, que foram deferidos pela Justiça e cumpridos nesta sexta-feira.
Até o momento, quatro dos alvos tiveram os mandados de prisão cumpridos, restando apenas um foragido. Durante as buscas nas residências foram apreendidas drogas e munições, sendo dois dos suspeitos também autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de munições.
“A operação busca a repressão qualificada aos crimes de tráfico de drogas, organização criminosa e tortura. As investigações seguem em andamento para prender o suspeito que ainda está foragido, assim como para identificar outros envolvidos no crime”, disse o delegado.
Aproximadamente 400 quilos de entorpecentes, apreendidos durante ações e investigações conduzidas pelas forças de segurança em Alto Garças e região, foram destruídos pela Polícia Civil, na quinta-feira (25.6), na fornalha de uma empresa no município.
Entre as drogas destruídas, a maior parte era composta por skunk, conhecida como a “supermaconha”, e pasta base de cocaína. Os entorpecentes foram apreendidos em diferentes ocorrências e permaneceram sob custódia até a autorização judicial para sua destruição.
A incineração seguiu todos os protocolos legais e de segurança, e contou com o acompanhamento de representantes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), garantindo a regularidade e a transparência do procedimento.
A destruição dos entorpecentes representa a etapa final do trabalho desenvolvido pelas forças de segurança no enfrentamento ao tráfico de drogas, retirando definitivamente de circulação substâncias ilícitas e reforçando o compromisso da Polícia Civil com a repressão ao crime organizado e a promoção da segurança da população.
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