Mais uma grande quantidade de drogas, entre maconha e pinos de cocaína, foram apreendidos pela Polícia Civil, na sexta-feira (30.06), durante continuidade das diligências da Operação Dissimulare, deflagrada pela Delegacia de Tapurah (433 km a médio-norte de Cuiabá).
A operação, deflagrada na quinta-feira (29), tem como foco o combate ao tráfico de drogas instalado na região, e contou com o apoio da Delegacia Regional de Nova Mutum e da Delegacia de Lucas do Rio Verde. No dia da deflagração, oito pessoas foram presas, sendo apreendidos cerca de 800 pinos de cocaína, diversas porções de maconha, a quantia de R$ 3 mil em dinheiro, além de outros apetrechos relacionados ao tráfico.
Em continuidade às diligências, na tarde de sexta-feira (30), os policiais da Delegacia de Tapurah realizaram diligências em um terreno baldio ao lado de uma das residências alvo do mandado de busca e apreensão, onde um casal foi preso em flagrante com diversos materiais de origem ilícita.
No local, os investigadores localizaram mais dois tabletes e meio de maconha e uma lata de achocolatado com 153 pinos de cocaína. O material ilícito estava acondicionado em uma sacola plástica e submersos em um monte de folhas.
Desta forma, o material foi apreendido sendo ao flagrante lavrado na quinta-feira (29), em que o proprietário da casa e sua namorada foram autuados por tráfico de drogas e associação ao tráfico.
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15.10), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.
¿Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande.
¿As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).
¿A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.
¿Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.
¿Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.
¿Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.
¿As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.
¿Persona Sintética ¿ O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.
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