Uma investigação realizada pela Polícia Civil em Barra do Garças culminou no deferimento de medidas protetivas a um advogado, alvo de perseguição, ameaças e danos materiais, no município. A decisão judicial foi proferida nesta quarta-feira (23.4).
Com base em documentação robusta e registros de câmeras de segurança, a investigação conduzida pela delegacia embasou o requerimento de medidas protetivas, que incluem a proibição de aproximação do suspeito à vítima, seus familiares e testemunhas, em um raio mínimo de 300 metros, a vedação de qualquer contato por meios de comunicação e a proibição de frequentar a residência e o local de trabalho do advogado pelo período mínimo de 6 meses.
As investigações da Polícia Civil em Barra do Garças foram conduzidas pelos delegados Pablo Borges Rigo, Adriano Marcos Alencar, sob orientação do delegado regional Wilyney Santana Borges, demonstrando eficiência e agilidade na investigação de um caso de dano qualificado e ameaças contra um advogado na cidade.
A 2ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Barra do Garças destacou a atuação célere da Polícia Civil em Barra do Garças. O presidente da subseção, Leonardo da Mata, classificou a medida como um marco na defesa da advocacia, reforçando a importância do livre exercício profissional sem ameaças ou constrangimentos. O advogado Kayo Dias, que representou a vítima, também agradeceu a condução dos delegados, promotora e juiz, enfatizando que a resposta rápida das autoridades foi essencial para a proteção da vítima e da classe.
A Polícia Civil reafirma seu compromisso com a segurança da população e a proteção dos direitos fundamentais, destacando a importância da integração com o Ministério Público e o Poder Judiciário para a garantia da justiça e da ordem pública. A atuação da 1ª Delegacia de Barra do Garças reforça o papel da instituição no combate a práticas que atentem contra a dignidade e a liberdade profissional, servindo como exemplo de eficiência e dedicação.
A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis, deflagrou, na manhã desta quarta-feira (8.7), a 2ª fase da Operação Contenção, com o objetivo de avançar nas investigações de uma tentativa de homicídio registrada em abril deste ano.
Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão, dois homens, ambos de 36 anos, foram presos em flagrante por posse irregular de arma de fogo de uso permitido e posse ilegal de arma de fogo de uso restrito.
A ordem judicial, expedida pela Primeira Vara Criminal de Rondonópolis, foi cumprida em um imóvel no bairro Sagrada Família, onde funciona um estabelecimento comercial com uma residência nos fundos.
No início das diligências, os policiais localizaram com um dos suspeitos um revólver calibre .38, carregado com seis munições. Durante as buscas na residência, foi apreendido ainda outro revólver, aparentemente calibre .32, com a numeração suprimida. Questionados sobre a propriedade da arma, os suspeitos exerceram o direito constitucional de permanecer em silêncio.
Além das armas, foram apreendidos seis folhas de cheques que totalizam R$ 10.800,00, R$ 2.000,00 em dinheiro, uma porção de substância análoga à maconha, duas balanças de precisão, quatro aparelhos celulares e uma agenda com anotações que indicam possível prática de usura (agiotagem).
As anotações registram empréstimos que somam aproximadamente R$ 87.400,00, com indicação de cobrança de juros entre 10% e 15%, fatos que também serão apurados no decorrer das investigações.
O material apreendido será encaminhado à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para a realização dos exames periciais que irão subsidiar a investigação da tentativa de homicídio e dos demais crimes constatados durante a operação.
Após a lavratura do auto de prisão em flagrante, os suspeitos foram encaminhados à DHPP para os procedimentos legais e, posteriormente, colocados à disposição da Justiça.
A Polícia Civil destaca que a Operação Contenção integra as ações de investigação qualificada desenvolvidas pela DHPP, reafirmando o compromisso da instituição com a elucidação dos crimes contra a vida e a responsabilização dos autores.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.