Na declaração, Francisco disse que a culpa do avanço rápido da crise climática se deve às grandes indústrias aos líderes mundiais e ao estilo de vida “irresponsável” da população ocidental.
“As nossas respostas não têm sido adequadas, enquanto o mundo em que vivemos está em colapso e pode estar a aproximar-se do ponto de ruptura”, escreveu o Papa.
“Alguns efeitos da crise climática já são irreversíveis, pelo menos durante várias centenas de anos, como o aumento da temperatura global dos oceanos, a sua acidificação e a diminuição do oxigênio”, afirmou o pontífice.
Ele ainda fez fortes críticas aos negacionistas e retardatários das alterações climáticas, dizendo que os sinais de alteração “estão aqui e são cada vez mais evidentes”.
“Apesar de todas as tentativas de negar, ocultar, encobrir ou relativizar a questão, os sinais das alterações climáticas estão aqui e são cada vez mais evidentes. Ninguém pode ignorar o fato de nos últimos anos termos assistido a fenômenos meteorológicos extremos, períodos frequentes de calor anormal, seca e outros gritos de protesto”.
No texto, ele comenta sobre a responsabilidade dos países ricos pelas alterações climáticas: “Se considerarmos que as emissões por indivíduo nos Estados Unidos são cerca de duas vezes maiores do que as dos indivíduos que vivem na China, e cerca de sete vezes maiores do que a média dos países mais pobres, podemos afirmar que uma ampla mudança no estilo de vida irresponsável ligada com o modelo ocidental teria um impacto significativo a longo prazo”.
Dentre os culpados citados pelo pontífice, estão os líderes e as empresas, que só vislumbram o lucro, sem medir os impactos ambientais que isso pode causar. “Lamentavelmente, a crise climática não é propriamente um assunto que interesse às grandes potências econômicas, cuja preocupação é com o maior lucro possível ao mínimo custo e no menor tempo.”
Até a instituição religiosa foi alvo de críticas de Francisco, que disse que certas opiniões desdenhosas e pouco razoáveis que encontro, mesmo dentro da Igreja Católica”.
O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.
As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.
Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.
A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.
A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.
Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.
Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.
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