A comissária Vrinda Grover, o presidente do Conselho, Erik Møse, e Pablo de Greiff
A Organização das Nações Unidas (ONU) concluiu e divulgou, nesta segunda-feira (25), um informe no qual afirma existir “provas contínuas de que as forças armadas russas estão cometendo crimes de guerra na Ucrânia, incluindo ataques ilegais com armas explosivas, ataques que ferem civis, tortura, violência sexual e de gênero”.
O documento foi elaborado durante a Comissão de Inquérito sobre a Ucrânia, no Conselho de Direitos Humanos da ONU, e denuncia o “uso contínuo, sistemático e generalizado de tortura” por parte dos militares russos. A organização afirma que, apesar das tentativas de estabelecer diálogo, a Rússia não deu respostas aos pedidos da comissão, sem apresentar explicações ou dados.
“Durante uma apresentação ao Conselho dos Direitos Humanos em Genebra, a Comissão informou ter documentado ataques com armas explosivas contra edifícios residenciais, uma instalação médica funcional, uma estação ferroviária, um restaurante, lojas e armazéns comerciais”, alega a Comissão chefiada pelo jurista norueguês Erik Møse.
“Estes ataques provocaram vítimas civis, danos ou destruição de instalações importantes e a interrupção de serviços e abastecimentos essenciais”, complementa.
Denúncias acumuladas
O Tribunal Penal Internacional emitiu, em março deste ano, um mandado de prisão contra o presidente russo, Vladimir Putin. Ele foi denunciado por crimes de guerra e crimes contra a humanidade. A queixa se refere especificamente às violações cometidas contra crianças, deportadas para o território russo.
O informe desta segunda, porém, não amplia as sanções já estabelecidas à Rússia, mas aumenta as pressões políticas sobre os russos. Um dos objetivos é tentar constranger países que tentam justificar as acusações como “narrativas ocidentais”, tendo em vista que o trabalho dos inspetores é feito de maneira independente dos governos. Desde sua criação, os membros da comissão viajaram mais de dez vezes para a Ucrânia.
O Conselho também demonstrou preocupação com as denúncias feitas contra o exército ucraniano: “A Comissão está também preocupada com as alegações de genocídio na Ucrânia. Por exemplo, parte da retórica transmitida pelo Estado russo e por outros meios de comunicação social pode constituir um incitamento ao genocídio”.
“Recorda também a necessidade de as autoridades ucranianas investigarem de forma rápida e exaustiva os poucos casos de violações cometidas pelas suas próprias forças”, diz o informe.
O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.
As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.
Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.
A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.
A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.
Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.
Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.
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