Israel alertou as pessoas que elas não podem acessar a região norte de Gaza, que foi destruída pela guerra. Segundo o exército israelense, essa é uma zona de combate, portanto não é segura. Avichay Adraee, porta-voz militar israelense, disse, em comunicado, que “a guerra não acabou”.
“Moradores de Gaza, o movimento da população do sul da Faixa para o norte não será permitido de forma alguma, mas apenas do norte para o sul. Os convidamos a não se aproximarem das forças militares e das áreas a norte de Gaza. Aproveite o tempo para reabastecer suas necessidades e organizar seus assuntos. A zona norte da Faixa de Gaza é uma zona de combate e é proibido permanecer lá. A guerra não acabou e pedimos que você obedeça aos ensinamentos e advertências para sua segurança”, escreveu, em publicação no Twitter.
De acordo com a agência Associated Press, Israel lançou também panfletos sobre o sul de Gaza alertando para que os palestinos não tentem regressar ao norte do enclave. Segundo a rede televisiva Al Jazeera, o exército israelense disse que esperava que o Hamas influenciasse os palestinos a voltarem para o norte durante a trégua, mas que está preparado para evitar que isso aconteça.
Segundo a agência de notícias palestina Wafa, pessoas ficaram feridas ao tentar ultrapassar o exército isralense rumo ao norte de Gaza. Além disso, a imprensa relata que duas pessoas teriam sido mortas a tiros por militares israelenses.
Desde o início da guerra, cerca de 1,7 milhão de pessoas deixaram suas casas em Gaza, de acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU). Esse número corresponde a 80% da população local.
As famílias deixaram suas casas em busca de locais mais seguros, como escolas, hospitais e abrigos humanitários. Além disso, houve uma forte fuga para o sul desde que as forças israelenses ordenaram a evacuação do norte, que sofre uma invasão terrestre. Mesmo com a ordem, o sul de Gaza continuou sendo atingido por bombardeios.
O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.
As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.
Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.
A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.
A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.
Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.
Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.
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