Vídeo mostra o sequestro de cinco mulheres israelenses em 7 de outubro
Por meio de sua conta oficial no X (antigo Twitter), Israel divulgou hoje (22) um vídeo que mostra o sequestro de cinco mulheres israelenses, realizado em 7 de outubro no kibutz de Nahal Oz, ao sul de Israel. As vítimas são Liri Albag, Karina Ariev, Agam Berger, Daniela Gilboa e Naama Levy, que estão sendo mantidas como reféns pelo grupo terrorista Hamas há mais de sete meses.
O vídeo, que tem pouco mais de três minutos, foi capturado pelas câmeras corporais dos terroristas. O conteúdo é sensível e partes dele – ainda mais violentas – foram censuradas, incluindo cenas de violência e mortes em Nahal Oz. Durante o ataque, 15 soldadas das Forças de Defesa de Israel foram mortas e outras sete foram sequestradas, incluindo as cinco jovens que aparecem no vídeo.
Nas imagens, as mulheres aparecem ensanguentadas, e são tratadas com violência pelos terroristas. Um deles se refere às reféns como “as meninas que podem engravidar” e outro diz “você é tão bonita”. “Pense no que isso significa para essas jovens”, consta na postagem de Israel.
Na publicação, Israel explica que “as famílias de Liri, Karina, Agam, Daniella e Naama aprovaram a divulgação das imagens para aumentar a conscientização sobre os horrores que suas filhas enfrentam como reféns em Gaza”.
Para André Lajst, cientista político e presidente executivo da StandWithUs Brasil, “essa é mais uma prova incontestável da violência perpetrada pelo Hamas em seu atentado contra Israel. Existem incontáveis evidências de que os terroristas cometeram estupros e mutilações genitais durante os ataques em 7 de Outubro, pelas quais a ONU já exigiu, apesar de tardiamente, a responsabilização do Hamas”. O especialista em Oriente Médio também ressalta a importância da liberação imediata dos reféns que permanecem sob o domínio dos terroristas até hoje.
“Esperamos que a justiça seja feita o mais rápido possível e que o Hamas seja condenado pelos seus atos de terror que tiraram tantas vidas e causaram danos irremediáveis às vidas de tantas mulheres”, conclui Lajst.
O vídeo pode ser assistido na conta oficial de Israel no X. Atenção: conteúdo sensível.
“Here, these are the girls who can get pregnant.”
This is video footage depicting the horrific kidnapping of 5 female Israeli hostages: Liri Albag, Karina Ariev, Agam Berger, Daniela Gilboa and Naama Levy.
O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.
As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.
Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.
A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.
A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.
Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.
Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.
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