Segundo a Justiça, só na Holanda, o homem fez doações em 11 das 12 clínicas que existem no país, apesar de ter dito que faria a doação para apenas cinco mulheres e teria, apenas, entre 15 e 20 descendentes
No país, o nome do doador permanece anônimo no registro. No entanto, a mãe pode conhecer o doador antes da inseminação e o filho pode saber o nome do pai biológico, caso queira, ao completar 16 anos. Pelo fato das clinícas não conversarem entre si, não foi possível descobrir as doações ilegais feitas por Meijer e conferir o histórico do doador.
Há cerca de seis anos, um grupo de mães que haviam engravidado através de inseminação desconfiaram que havia algo de errado. Elas, que se conheceram por meio de em um site para mulheres que querem engravidar ou que já engravidaram de doadores, repararam que várias das crianças tinham fisionomias muito parecidas e descobriram que todas usaram o sêmen do mesmo doador.
Após isso, inciaram as denúncias contra Jonathan à associação de ginecologistas e obstetras da Holanda e o caso foi parar em todos os jornais do país e do mundo. Depois da divulgação do caso, o número de mães que reconheceram Meijer como o pai biológico de seus filhos aumentou ainda mais.
Regulamentação e rastreamento
Atualmente a regulamentação holandesa recomenda que cada doador possa ter no máximo 25 filhos, de até 12 mulheres diferentes. Jonathan alegou, na época em que fora doador, que iria doar sêmen para apenas cinco mulheres e ter entre 15 e 20 descendentes.
Até agora, o Instituto Donorkind, que está processando Jonathan, já conseguiu rastrear cerca de 270 descendentes do suspeito. Mas, segundo eles, o total pode ser muito maior: Meijer também fez doações em clínicas de outros países, como a Dinamarca, e doou também para bancos de sêmen internacionais por meio de fóruns na internet.
O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.
As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.
Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.
A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.
A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.
Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.
Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.
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