Yevgeny Prigozhin é líder do grupo miliciano Wagner
O grupo mercenário Wagner encerrou suas operações na Ucrânia. A decisão foi tomada após o líder da organização, Yevgeny Prigozhin, recusar-se a assinar um contrato proposto pelo governo russo. As informações são da agência de notícias estatal russa TASS.
O contrato visava integrar as forças do Wagner ao Ministério da Defesa da Rússia, resultando na interrupção do financiamento do grupo pelo Kremlin.
No sábado passado, integrantes do Grupo Wagner se rebelaram contra uma facção do governo russo e lançaram uma campanha para tomar o controle de cidades do sul do país e avançar em direção a Moscou. A rebelião foi encerrada na mesma noite, após um acordo negociado entre o Kremlin e o líder do Grupo Wagner, Prigozhin.
Alguns pontos do acordo foram:
Prigozhin buscará refúgio em Belarus, uma nação aliada de Moscou, abandonando o conflito na Ucrânia e sua cidade natal, São Petersburgo;
Nenhum dos membros do Grupo Wagner envolvidos na rebelião enfrentará perseguição criminal;
Os mercenários que não participaram da revolta serão incorporados ao Ministério da Defesa russo;
O coronel-general Andrey Kartapolov revelou que todas as formações que executam tarefas de combate deveriam assinar os contratos ministeriais. Porém, nem tudo ocorreu como planejado.
“Como se sabe, alguns dias antes da tentativa de motim, o Ministério da Defesa disse que todas as formações que executam tarefas de combate devem assinar contratos com o Ministério da Defesa. Todos começaram a implementar essa decisão… todos, exceto o Sr. Prigozhin”, afirmou Kartapolov.
No dia 11 de junho, Prigozhin afirmou que os membros do Grupo Wagner não firmariam contrato algum com o ministro da Defesa, Sergei Shoigu, alegando que Shoigu não tinha capacidade para gerenciar as unidades militares.
Consequentemente, o legislador argumentou que Prigozhin cometeu traição devido a suas ambições desmedidas, interesses financeiros e o que ele descreveu como um “estado excitado”.
O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.
As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.
Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.
A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.
A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.
Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.
Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.
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