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Gaza: mais de 10 mil crianças foram mortas desde 7 de outubro, diz ONG

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Abrigo da UNRWA na Faixa de Gaza
Divulgação/UNRWA

Abrigo da UNRWA na Faixa de Gaza

Nesta sexta-feira (12), a ONG Save The Children divulgou uma pesquisa que aponta que mais de 10 mil crianças morreram nos ataques na Faixa de Gaza desde o início do conflito entre Israel e o grupo fundamentalista islâmico Hamas, em 7 de outubro.

“De acordo com o Ministério da Saúde de Gaza, mais de 10 mil crianças foram mortas por ataques aéreos israelenses e operações terrestres em Gaza em quase 100 dias de violência, com milhares de desaparecidos, presumivelmente enterrados sob os escombros”, diz o comunicado.

Segundo a Save the Children, o número de mortos equivale a 1% da população infantil palestina. Ainda segundo a organização, as crianças que sobreviveram à violência “estão a suportar horrores indescritíveis, incluindo ferimentos potencialmente fatais, queimaduras, doenças, cuidados médicos inadequados e a perda dos pais e de outros entes queridos”.

A ONG também destacou que os pequenos em Gaza “foram forçados a fugir da violência, muitas vezes repetidamente, sem um lugar seguro para ir, e a enfrentar o terror de um futuro incerto”.

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Os números chocantes aparecem um século após a primeira declaração dos direitos universais das crianças, a Declaração de Genebra dos Direitos da Criança, lançada formalmente em 1924. Segundo o levantamento da Save The Children, o índice de morte de crianças em Gaza é o maior desde a Segunda Guerra Mundial.

A Declaração defende as primeiras vítimas das consequências de uma guerra ou em tempos de dificuldades são as crianças. Ao mesmo tempo, elas devem ser as primeiras a receber ajuda. De acordo com o documento, toda criança tem direito a cuidados e ao ‘desenvolvimento normal, tanto psíquica como espiritualmente’. A Declaração deveria ser aplicada a todas as crianças “independentemente de raça, nacionalidade ou credo”.

Fonte: Internacional

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Funcionários testam até 10 mil vapes por dia em fábrica; veja imagens

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Testagem aconteceu na China
Reprodução

Testagem aconteceu na China

O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.

As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.

Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.

A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.

A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.

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Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.

Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.

Veja o vídeo


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Fonte: Internacional

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