A organização internacional Human Rights Watch (HRW) divulgou uma nota denunciando o uso de fósforo branco em ataques à Faixa de Gaza. A entidade informou ter analisado vídeos que mostram a substância química usada em explosões, causadas por tiros de artilharia disparados por Israel, na última quarta (11).
A organização não governamental disse ter confirmado o uso da substância por meio do depoimento de testemunhas. O fósforo branco, de acordo com a HRW, pode causar queimaduras graves e danos de longo prazo aos sobreviventes.
Conforme a ONG, a substância não é considerada uma arma química, já que não tem efeitos tóxicos e opera por chamas e calor, por isso ela não tem o uso proibido pelas convenções internacionais.
A organização pontuou, no entanto, que o uso em áreas com muitas pessoas, como Gaza, viola leis humanitárias internacionais, que requerem que “as partes envolvidas no conflito adotem todas as precauções possíveis para evitar ferimentos e perdas de vidas de civis”.
De acordo com a organização, o fósforo branco foi usado em áreas rurais do sul do Líbano na última terça (10). As Forças de Defesa de Israel (IDF) afirmaram à Agência Brasil , que “não usam esse tipo de arma”.
O suposto uso da substância por Israel já havia sido acusado pelo Ministério das Relações Exteriores da Palestina na terça.
Caso a informação seja confirmada por autoridades internacionais que estão acompanhando com preocupação o desenvolvimento do conflito, essa não seria a primeira vez que Israel usa fósforo branco contra Gaza.
Durante os confrontos que aconteceram entre israelitas e palestinos em 2008 e 2009, Israel confirmou ter usado a substância química contra Gaza, mas negou ter violado o direito internacional, afirmando que, na época, os alvos não foram regiões povoadas por civis.
O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.
As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.
Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.
A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.
A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.
Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.
Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.
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