Em entrevista ao ‘Uol’, Fátima contou que Ahmed Aidibi ‘tentou matá-la’ em setembro de 2023, na casa onde os dois moravam com os quatro filhos em Marília, no interior de São Paulo.
O casal começou a discutir, o que chamou a atenção de outros moradores. Preocupados, eles foram até a casa e flagraram Fátima sendo enforcada pelo marido no quarto deles.
A polícia foi chamada pelas testemunhas, mas Ahmed fugiu em seguida para Itapevi. Ele levou o telefone de Fátima, os registros de nacionalidade estrangeira e os passaportes da família. Além disso, pediu para o irmão dele buscar os filhos.
Uma semana depois, ele viajou para o Líbano com as crianças. Fátima e o advogado registraram uma denúncia no 5º DP de Marília, sob o argumento de que Ahmed a enganou para assinar um termo que autorizava a viagem com os filhos. Segundo a mulher, ele a disse que os papéis estavam relacionados ao processo de liberação da nacionalidade brasileira dela, que é natural do Líbano.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP), o caso foi arquivado. A Polícia Civil começou a investigá-lo, mas concluiu que “não houve constatação do crime”, uma vez que o pai tinha a autorização da mãe para a viagem.
Marido nega as acusações
Ahmed Aidibi negou as acusações, e disse que se tratava de uma ‘”briga de casal” em que ele estava falando alto. Além disso, ele explicou que levou os filhos para o Líbano porque eles não conseguiram se acostumar com o idioma e a escola no Brasil. Ele não justificou o motivo de ter pedido ao irmão para buscar as crianças.
Além disso, Ahmed contou que conversa diariamente com a esposa – Fátima nega, e diz que liga apenas para conversas com os filhos.
Na entrevista, a mulher disse que pretende voltar para o Brasil para se recuperar e recomeçar a vida ao lado dos filhos. ”Tenho muito medo de ficar aqui [no Líbano] após o ataque. Quero recomeçar e cuidar dos meus filhos aí”, afirmou. Ela também acrescentou que está em contato constante com o embaixador do Brasil no Líbano.
O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.
As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.
Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.
A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.
A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.
Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.
Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.
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