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Faixa de Gaza: 140 pessoas são mortas em novo bombardeio de Israel

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Reprodução/Twitter @idfonline – 19/10/2023

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Pelo menos 140 pessoas morreram na noite desta segunda-feira (23) em uma nova onda de bombardeios israelenses à Faixa de Gaza. O ataque ocorre um dia após o grupo armado palestino Hamas libertar duas reféns raptadas no dia 7 de outubro , quando o conflito começou.

Desde a data, em que o Hamas invadiu e bombardeou o território israelense, o país hebreu iniciou a contra ofensiva, com bombardeios diários ao enclave. O número de mortos em Gaza ultrapassa 5.200, já do lado israelense são pouco mais de 1.400.

“Mais de 140 pessoas foram mortas e centenas ficaram feridas em massacres cometidos por ataques de ocupação”, afirmou o governo do Hamas, nesta terça-feira.

A frequência dos bombardeios tem aumentado nas últimas horas, enquanto o Exército de Israel prepara uma ofensiva terrestre ao norte de Gaza.

Dentre os mais de cinco mil mortos, mais de 2 mil são crianças, já que metade da população em Gaza tem menos de 18 anos.

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Durante o ataque surpresa de 7 e outubro, os combatentes islâmicos também fizeram cerca de 220 reféns. Nesta segunda (23), o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pediu a liberação de todos os cativos para iniciar a negociação de uma trégua na guerra.

“Os reféns precisam ser libertados, então poderemos conversar”, disse Biden.

Até o momento, apenas 4 reféns foram liberadas, duas estado-unidenses e duas idosas israelenses.

O movimento palestino disse que tomou a decisão “por razões humanitárias imperiosas”, graças à mediação do Catar e do Egito.

O gabinete do primeiro-ministro israelense identificou as libertadas como Yocheved Lifschitz, 85; e Nourit Kuper, 79, originárias do Kibutz Nir Oz, de onde foram raptadas juntamente com seus maridos, que ainda estão detidos.

Fonte: Internacional

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Funcionários testam até 10 mil vapes por dia em fábrica; veja imagens

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Testagem aconteceu na China
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Testagem aconteceu na China

O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.

As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.

Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.

A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.

A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.

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Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.

Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.

Veja o vídeo


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Fonte: Internacional

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