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Estudante de Medicina brasileiro morre em combate na guerra da Ucrânia

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Antônio Hashitani é o quarto brasileiro morto em combate na Ucrânia, segundo relatos de outro voluntário paramilitar brasileiro
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Antônio Hashitani é o quarto brasileiro morto em combate na Ucrânia, segundo relatos de outro voluntário paramilitar brasileiro

O estudante de medicina Antônio Hashitani, de 25 anos, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) foi morto em combate durante a guerra na Ucrânia, onde atuava como voluntário em um grupo paramilitar nacionalista ucraniano na cidade de Bakhmut, região onde há intensos combates.

As informações foram confirmadas pelo Ministério das Relações Exteriores , por meio da Embaixada em Kiev onde afirma ter recebido a informação através de um comunicado das autoridades ucranianas competentes. O ministério está em contato com a família de Antônio e presta “a assistência”.

O jovem estudante morreu em combate entre os dias 2 e 3 de agosto, segundo relatos de outro combatente brasileiro à “Tv Globo”. Hashitani teria decidido deixar sua trajetória acadêmica na PUCPR em 2022 para lutar na guerra contra a Rússia na Ucrânia em um grupo paramilitar.

A PUCPR emitiu uma nota oficial lamentando a morte do estudante e manifestando condolências e solidariedade aos familiares e amigos de Antônio Hashitani. A instituição também estendeu seus sentimentos ao povo ucraniano, que enfrenta um cenário de violência e guerra na região.

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“A Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) expressa condolências e solidariedade aos familiares e amigos de Antonio Hashitani, estudante de medicina da PUCPR que lutou no exército da Ucrânia e faleceu em combate na região da cidade de Bakhmut, na última quarta-feira (02). Estendemos nossos sentimentos e forças ao povo ucraniano diante do quadro de violência e guerra que enfrentam. A Universidade expressa, igualmente, afeto a tantos estudantes, professores e colaboradores de nossa Instituição que possuem ascendência ucraniana e mantêm relação com sua pátria de origem”, diz a nota.

Fonte: Internacional

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Funcionários testam até 10 mil vapes por dia em fábrica; veja imagens

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Testagem aconteceu na China
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Testagem aconteceu na China

O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.

As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.

Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.

A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.

A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.

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Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.

Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.

Veja o vídeo


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Fonte: Internacional

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