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CIJ não exigiu saída de Israel de Rafah, diz especialista

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Passagem de Rafah, que liga Gaza ao Egito
Gigi Ibrahim/Wikimedia Commons – 19.11.2012

Passagem de Rafah, que liga Gaza ao Egito

Nesta sexta-feira (24), a Corte Internacional de Justiça (CIJ) deu ordens para que Israel suspenda a ofensiva militar e qualquer outra ação em Rafah que possa levar à destruição da população civil abrigada na região.

A decisão foi tomada como parte do julgamento em andamento acerca da denúncia feita pela África do Sul, em janeiro deste ano, acusando Israel de cometer genocídio contra os palestinos. Diferentemente do que muitos têm propagado, no entanto, a decisão de hoje não foi para Israel suspender por completo sua atuação em Rafah.

A CIJ afirmou que Israel “deve suspender imediatamente a sua ofensiva militar e qualquer outra ação na província de Rafah, que possa infligir ao grupo palestino em Gaza condições de vida que possam provocar a sua destruição física, no todo ou em parte”. Ou seja, as ações militares nessa parte do enclave palestino podem continuar em andamento, desde que não leve à destruição da população civil da região, segundo André Lajst, presidente do StandWithUs Brasil.

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Isso, de acordo com ele, é basicamente o que prevê o direito internacional por meio da Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio, a qual Israel tem buscado seguir.

Inclusive, o próprio grupo terrorista Hamas saudou a decisão da Corte, mas a considerou insuficiente, uma vez que não prevê o fim das operações israelenses em Rafah.

Segundo Lajst, o entendimento da CIJ é apenas de que Israel deve fazer mais do que já tem feito, a fim de preservar a integridade dos civis em Rafah. Cerca de um milhão dos 1.4 milhão de palestinos que se encontravam no local já foram evacuados.

Nesse sentido, um ponto importante da decisão da Corte é a reabertura da passagem de Rafah, a qual está fechada desde o início das operações militares no local. O principal responsável por isso, no entanto, é o Egito que tem se recusado a permitir a passagem dos insumos para a Faixa de Gaza desde que Israel assumiu o controle do lado palestino da fronteira nos últimos dias, afirma Lajst.

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Fonte: Internacional

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Funcionários testam até 10 mil vapes por dia em fábrica; veja imagens

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Testagem aconteceu na China
Reprodução

Testagem aconteceu na China

O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.

As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.

Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.

A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.

A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.

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Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.

Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.

Veja o vídeo


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Fonte: Internacional

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