Manifestantes lançaram sopa contra uma pintura de Monet neste sábado (10) em um museu no sudeste da França, em um ato similar ao ocorrido na Mona Lisa no mês passado. O ataque à obra “Le Printemps” (Primavera) de Claude Monet aconteceu às 15h30, horário local, conforme informou o Museu de Belas Artes da terceira maior cidade da França em um comunicado.
A pintura de 1872 estava protegida por vidro, mas ainda passará por uma inspeção e restauração minuciosas, de acordo com o museu. Ele afirmou que apresentaria uma queixa por vandalismo e que duas pessoas foram detidas.
O grupo Riposte Alimentaire reivindicou a ação em uma postagem online, com uma mulher identificada como Ilona, de 20 anos, dizendo: “Temos que agir agora, antes que seja tarde demais”. Este mesmo grupo também assumiu a responsabilidade pelo ataque à sopa na pintura da Mona Lisa, no Museu do Louvre, em janeiro, que também estava protegida por vidro.
🍲🖼 Ativistas climáticas jogam sopa contra pintura de Monet
Duas ativistas climáticas jogaram uma sopa contra “A Primavera” do pintor impressionista francês Claude Monet no sábado (10). pic.twitter.com/gAx4iXeDxZ
Os dois ativistas que realizaram o ataque à obra de Leonardo da Vinci foram condenados por um tribunal de Paris a realizar trabalho voluntário para uma organização de caridade. A Riposte Alimentaire se autodenomina um “movimento de resistência civil francês que busca promover uma mudança social radical para o meio ambiente e a sociedade”.
O prefeito de Lyon, membro de um partido ecológico, lamentou a ação, mas destacou a legitimidade da preocupação diante das emergências climáticas, em uma postagem online. Esta não foi a primeira vez que uma pintura de Monet foi alvo de ativistas.
Em outubro de 2022, manifestantes da filial alemã da Última Geração jogaram purê na obra “Les Meules” (Os Montes de Feno) em um museu em Potsdam. A obra também estava protegida por vidro. Em junho de 2023, ativistas em Estocolmo espalharam tinta vermelha e colaram as mãos na cobertura de vidro de outra obra do impressionista francês, “O Jardim do Artista em Giverny”.
O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.
As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.
Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.
A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.
A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.
Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.
Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.
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