A campanha do candidato ultradireitista Javier Milei, na Argentina, causou polêmica ao alegar, sem apresentar provas, uma “fraude colossal” na principal força de segurança do país durante o primeiro turno das eleições.
Diante da repercussão negativa, a campanha recuou nesta sexta-feira (17), alterando o tom da ação para um alerta sobre a necessidade de maior precaução na transferência das urnas durante o processo eleitoral.
Santiago Viola, advogado do partido A Liberdade Avança, que representa a ação ao lado da irmã de Milei, defendeu a iniciativa como uma contribuição para a transparência eleitoral, alegando não se tratar de uma denúncia formal.
No entanto, o Judiciário interpretou a ação como uma denúncia, destacando que chamar a atenção para eventos que poderiam configurar delitos criminais é considerado uma denúncia formal.
O advogado Viola não apresentou evidências substanciais, limitando-se a citar comentários em redes sociais, notas jornalísticas e testemunhos coletados pessoalmente, sem especificar os fatos que fundamentam a alegação.
A ação foi oficialmente apresentada à corte eleitoral por Karina Milei, denunciando uma suposta “fraude colossal” na entrega das urnas à Gendarmaria Nacional.
O advogado informou que Karina Milei não compareceria à convocação, alegando falta de informações relevantes para acrescentar à ação.
A iniciativa gerou mal-estar entre os principais aliados políticos de Milei, incluindo Mauricio Macri e Patricia Bullrich, que não foram informados antecipadamente sobre a estratégia adotada.
Após o ocorrido, Milei se reuniu com Patricia Bullrich, sem mencionar previamente a intenção de sua irmã de recorrer à Justiça. Macri e Bullrich solicitaram explicações, expressando discordância com a abordagem adotada.
O desentendimento interno ressaltou as tensões políticas, com a ministra destacando que a ação poderia criar contradições interpretativas, interferir indevidamente no processo eleitoral e violar a segurança jurídica.
O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.
As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.
Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.
A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.
A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.
Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.
Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.
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