O Ministério das Relações Exteriores de Taiwan criticou, nesta segunda-feira (10), a realização de exercícios militares da China ao redor da ilha. Os atividades são uma retaliação ao encontro da presidente taiwansea com autoridades dos EUA.
O órgão taiwanês pontua que a presidente Tsai Ing-wen exerceu um direito básico de soberania de uma nação ao viajar para os EUA e se reunir com o presidente da Câmara dos Representantes norte-americana, Kevin McCarthy.
“O MOFA reitera que o chefe de Estado da ROC (Taiwan) exerce um direito básico de uma nação soberana quando viaja para outros países para se envolver em atividades diplomáticas, e que a China não tem o direito de intervir. Ao usar isso como pretexto para realizar ações provocativas, a China está claramente desafiando a ordem internacional e minando a paz e a estabilidade no Estreito de Taiwan e na região”, informou o comunicado .
Na sequência, o ministério ressalta que “condena as ações da China nos termos mais fortes possíveis” mas que, por sua vez, não escalará conflitos, não “instigará disputas” e que defenderá firmemente a sua soberania nacional, democracia e liberdade.
“Taiwan também continuará a manter estreitas comunicações e coordenação com os Estados Unidos e outros países afins para deter conjuntamente a expansão autoritária e a agressão, preservar a ordem internacional baseada em regras e defender um Indo-Pacífico livre e aberto”, completa a nota.
A China informou no último sábado (8) que tinha iniciado a realização de exercícios militares em torno da ilha de Taiwan. A “patrulha de segurança”, como foram definidas as atividades, devem durar até esta segunda-feira.
Já a emissora estatal chinesa “CCTV” informou que nos exercícios do sábado foram “simulados ataques de precisão conjuntos contra objetivos-chave na ilha de Taiwan e nas águas territoriais”. Os aviões ficaram no “espaço aéreo do objetivo” e as forças de terra realizaram “exercícios para atacar precisamente os vários objetivos”.
O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.
As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.
Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.
A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.
A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.
Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.
Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.
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