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Promotoria de Juara recebe acadêmicos do curso de Direito

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“Uma das experiências que com certeza levarei para a vida de estudos e profissional”. Essa foi a avaliação da estudante de Direito Ana Luiza Krug, que participou de uma visita à Promotoria de Justiça de Juara (a 709km de Cuiabá) na tarde da última sexta-feira (22), em mais uma edição do projeto “Ministério Público sem mistério”. Os acadêmicos dos 7º e 8º períodos do curso de Direito da Faculdade do Vale do Rio Arinos (Ajes) foram recebidos pelos promotores de Justiça Roberta Camara Gomes Vieira de Sousa e Rodrigo da Silva.

O projeto é uma iniciativa do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, que visa a ampliar o convívio e aproximar a instituição da comunidade escolar. Ele também contribui para difundir o papel constitucional do Ministério Público na defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis, bem como para estimular o reconhecimento e a valorização da instituição como essencial à função jurisdicional do Estado.

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Os promotores de Justiça apresentaram a estrutura e a equipe da Promotoria, explicaram o trabalho desenvolvido nas esferas cível e criminal, reforçaram que a instituição está de portas abertas para a sociedade, e destacaram a atuação resolutiva e proativa do MPMT na busca da solução dos conflitos de maneira mais célere e eficaz. Além disso, compartilharam experiências pessoais da trajetória nos concursos públicos.

“A visita técnica realizada no Ministério Público de Juara foi bastante instrutiva e acolhedora, aproximando o acadêmico do dia a dia do serviço público. As orientações dirigidas aos alunos pelos promotores de Justiça, sem dúvida perpetuarão para além da vida acadêmica dos visitantes”, avaliou o professor doutor Higor da Silva Dantas. “Foi bastante enriquecedora. Os membros do MPMT nos trouxeram suas experiências pessoais sobre a carreira jurídica e o funcionamento do trabalho público”, acrescentou a estudante Luana Bartolomeu Santos.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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