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Promotora reforça compromisso do MPMT na defesa dos direitos das mulheres

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A promotora de Justiça Claire Vogel Dutra participou da etapa regional da 5ª Conferência Estadual de Polícias para Mulheres, representando o procurador-geral de Justiça, Rodrigo Fonseca Costa, durante a abertura do evento no Centro de Eventos do Pantanal, na terça-feira (13/08).A promotora, que é coordenadora do Núcleo de Enfrentamento da Violência Doméstica da Capital – Espaço Caliandra, destacou a importância do encontro para debater e construir propostas para a conferência nacional, que será realizada em Brasília (DF), entre os dias 29/09 e 01/10. Ela reforçou o compromisso do Ministério Público Estadual com os direitos das mulheres.“Como representante do Ministério Público de Mato Grosso, estamos aqui para reafirmar a importância desta conferência estadual, que congrega representantes dos municípios, do poder público e da sociedade civil, todos imbuídos no objetivo de buscar o pleno exercício dos direitos das mulheres”, declarou.Conforme a promotora, falar de direitos da mulher é falar de enfrentamento à violência doméstica, de acesso à saúde integral, de oportunidades justas no trabalho, de educação emancipadora, de participação política efetiva. “Acreditamos que nenhuma mulher deve viver com medo, e todas devem viver com direitos plenos. Esta conferência é o nosso grito e também o nosso pacto: por um Mato Grosso onde meninas cresçam livres, mulheres vivam seguras e a igualdade não seja promessa, mas realidade”, destacou.Com o tema: “Mulheres em Mato Grosso: Avanços e desafios na garantia de direitos”, a 5ª CEMP reúne, entre os dias 13 e 14/08, representantes de 26 municípios que realizaram conferências municipais e agora vieram à capital para ajudar a construir a proposta do estado para a conferência nacional.A secretária Nacional de Articulação Institucional, Ações Temáticas e Participação Política, do Ministério das Mulheres, Sandra Kennedy Viana, ministrou palestra magna com o tema: “Mais Democracia, Mais Igualdade e Mais Conquistas para todas”. Ela destacou que a conferência é um chamado para uma ação. “Além de todos dos desafios, temos de colocar em primeiro lugar o direito à vida. O Brasil é o 5º país que mais mata mulheres; representa 40% dos casos da América Latina. Isso tem que mudar. Então, quando o governo fala, não é ruim para o governo; é bom para todos nós, porque entende que esse desafio tem que ser enfrentado”, disse.A 5ª Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres de Mato Grosso é realizada pelo Conselho Estadual dos Direitos das Mulheres de Magro (CEDM-MT). “Estamos aqui para essa 5ª conferência, depois de 10 anos. Serão dois dias, de escutas, coragem e afetos”. agradeceu a presença das mulheres e representantes de segmentos e instituições, a presidente do CEDM, Cenira Benedita Evangelista.A conferência contou com palestras, grupos de trabalho, rodas de discussões, apresentações artísticas e eleição de representantes para o Conselho Estadual dos Direitos das Mulheres de Mato Grosso (CEDM-MT).

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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VG se compromete a regularizar contratações na Saúde e na Educação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande firmou, nesta terça-feira (14), dois Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) com o Município para garantir o respeito à ordem de classificação dos processos seletivos simplificados das secretarias municipais de Educação, Cultura, Esporte e Lazer e de Saúde, além de promover a regularização de contratações temporárias realizadas em desacordo com os critérios dos certames. Os acordos foram assinados pela promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, pela prefeita Flávia Petersen Moretti, pelas secretárias Maria Fernanda Figueiredo e Valéria Aparecida Nogueira, e pelo procurador-geral do Município, Maurício Magalhães Faria Neto.Os acordos foram celebrados no âmbito de inquéritos civis instaurados pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) após a identificação de indícios de contratações temporárias sem observância da ordem classificatória dos processos seletivos, bem como da manutenção de vínculos considerados irregulares. As medidas buscam corrigir as inconsistências apuradas, assegurar a convocação dos candidatos aprovados conforme a classificação obtida nos certames e fortalecer os princípios da legalidade, impessoalidade e moralidade na administração pública.Na área da Educação, a investigação apontou possível preterição de candidatos aprovados em processo seletivo, além da contratação de servidores sem submissão ao certame e falhas na transparência das informações relacionadas ao seletivo. Já na Saúde, o inquérito apurou a existência de contratações de servidores sem prévia participação em processo seletivo, bem como a atuação de profissionais com classificação posterior à última convocação, em possível desrespeito à ordem classificatória e aos direitos dos candidatos aprovados. Conforme os TACs, o município e as secretarias assumiram o compromisso de observar rigorosamente a ordem de classificação dos candidatos aprovados, abstendo-se de realizar contratações, admissões, prorrogações ou manutenção de vínculos temporários em desacordo com os resultados homologados dos seletivos. Também deverão promover o levantamento dos contratos temporários existentes, rescindir aqueles considerados irregulares e substituir os contratados por candidatos regularmente classificados. Os compromissários terão prazo de até 180 dias para cumprir as principais obrigações previstas nos acordos e apresentar a comprovação documental ao Ministério Público. Entre as medidas estabelecidas está ainda a ampliação da transparência, com a divulgação permanente e atualizada de informações sobre convocações, admissões, desistências, eliminações e reclassificações decorrentes dos processos seletivos. Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, os acordos têm como objetivo garantir o respeito aos princípios constitucionais da administração pública, especialmente a legalidade, a impessoalidade e a moralidade, assegurando que as vagas sejam preenchidas conforme a classificação obtida pelos candidatos nos processos seletivos. Os acordos também visam pôr fim às contratações irregulares identificadas durante as investigações e garantir igualdade de oportunidades aos participantes dos certames. Conforme os acordos, o descumprimento das obrigações resultará na aplicação de multa diária de R$ 5 mil, além da adoção de medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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