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Plataformas, serviços e produtos do Censipam são apresentados ao MPMT

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Com o objetivo de fortalecer a atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso na prevenção de desmatamentos e de desastres ambientais, a coordenação do Centro do Apoio Operacional (CAO) Meio Ambiente Natural realizou ontem (22) reunião com profissionais que integram o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam).

Participaram das discussões a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, coordenadora do CAO Meio Ambiente Natural do MPMT, o major Éwerton Borali , coordenador de Inteligência do Centro Regional de Porto Velho, o gerente do Centro Regional de Porto Velho (CR-PV), Caê Aires Moura Lacerda e a coordenadora de Hidrologia, Astréa Alves Jordão Cardoso.

Durante a reunião, a equipe do Centro Regional de Porto Velho apresentou a capacidade, produtos, serviços e novas plataformas disponibilizadas pelo Censipam. “Colocamos à disposição do Ministério Público toda a análise e qualificação da informação que realizamos para subsidiar a atuação dos órgãos ambientais”, acrescentou.

A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa destacou a importância da integração dos diversos atores que atuam na defesa do meio ambiente. “Nesta reunião, tivemos acesso a várias ferramentas de acesso gratuito que os promotores de Justiça podem utilizar na comarca para verificar a situação climática, mineração, incêndios, focos de calor, supressão de vegetação, inundações e enchentes”, ressaltou.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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