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Ministério Público inicia capacitações em tecnologia da informação

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O ciclo de capacitações do projeto estratégico do Ministério Público do Estado de Mato Grosso “DTI na Estrada – Tecnologia Sem Fronteiras” teve início nesta semana, na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, em Cuiabá. Até sexta-feira (23), serão capacitados membros e servidores das Procuradorias de Justiça, divididos em duas turmas. O objetivo da iniciativa é fomentar o conhecimento das ferramentas tecnológicas da instituição, apresentar as funcionalidades dos sistemas e capacitar o público interno visando contribuir para o aumento da produtividade institucional até 2025.

As inscrições para a segunda turma da PGJ voltada a membros e servidores das Procuradorias de Justiça ainda estão abertas e podem ser feitas aqui até quarta-feira (21). O curso será ministrado nos dias 22 e 23 de fevereiro, no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça. 

De acordo com o chefe do Departamento de Tecnologia da Informação (DTI) do MPMT, Fernando Augusto Oliveira Vasconcelos, essa será a maior onda de capacitação em tecnologia da instituição. “Nossa intenção é melhorar a qualidade de vida no trabalho dos membros, servidores e demais integrantes do MPMT. É promover a educação digital de ponta a ponta, com a finalidade de que todos estejam integrados aos nossos sistemas”, justificou. O projeto prevê a capacitação presencial e via canais de aprendizagem existentes de 1,8 mil integrantes até o fim do primeiro semestre de 2025. 

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Conforme Fernando Augusto Vasconcelos, cerca de 20 servidores do DTI estão envolvidos direta e indiretamente no planejamento, execução e resultados do projeto estratégico. O conteúdo programático da capacitação inclui dicas de utilização dos canais de comunicação com o DTI para solicitações de serviços, da rede de conectividade e de boas práticas de segurança da informação, das funcionalidades e facilidades do Microsoft 365 e dos sistemas da área fim, como o Sistema Integrado do Ministério Público (Simp), por exemplo. 

O cronograma do DTI prevê mais oito turmas de capacitação nos meses de março e abril, na Sede das Promotorias de Justiça da Capital. A partir de maio, o projeto avançará para outras comarcas como Poconé, Chapada dos Guimarães, Campo Verde, Jaciara e Itiquira. A estimativa é de que 52 turmas sejam capacitadas até junho de 2025. 

Projeto-piloto – O primeiro treinamento ocorreu nos dias 25 e 26 de janeiro na Sede das Promotorias de Justiça da Capital. A turma do projeto-piloto contou com a participação de 30 servidores, que tiveram a oportunidade de esclarecer dúvidas e conhecer de maneira mais detalhada as ferramentas e funcionalidades dos sistemas disponíveis no âmbito do MPMT. 
 

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Quando Estado atua só na repressão, age nas consequências, diz juíza

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“Quando o Estado entra apenas para reprimir, já estamos trabalhando com as consequências.” A afirmação da juíza auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso, Anna Paula Gomes de Freitas, feita durante o 1º Encontro dos Direitos e Garantias Fundamentais de Crianças e Adolescentes na Perspectiva Nacional e Internacional e o 5º Encontro Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de Mato Grosso, realizados nos dias 18 e 19 de maio, em Cuiabá, aponta para a necessidade das instituições públicas atuarem mais preventivamente para melhor proteger os direitos fundamentais desses segmentos da população, hoje expostos às mais diversas formas de violência.Coordenadora do evento, a magistrada defendeu o fortalecimento das ações preventivas e da rede de proteção diante do avanço de problemas que atingem diretamente crianças e adolescentes, como violência digital, vulnerabilidade social e recrutamento por facções criminosas.A juíza ponderou que a programação foi construída a partir das situações que mais têm impactado a vida de crianças e adolescentes na atualidade.“Nós selecionamos esses temas pensando no que vem atingindo mais a vida das crianças e adolescentes atualmente. Nós temos fases, ora são as facções criminosas, ora o Estatuto da Criança e do Adolescente Digital. Estamos vivendo um tempo em que as crianças estão sendo altamente prejudicadas pelo uso indiscriminado da internet”, afirmou.Anna Paula Gomes de Freitas alertou para os efeitos emocionais provocados pela exposição excessiva às redes sociais e pelo ambiente virtual sem acompanhamento adequado.“O uso excessivo das redes por parte das crianças e adolescentes vem deixando-os ansiosos, talvez até tendentes ao suicídio. Nós estamos preocupados com esses temas e, com base nisso, fizemos a seleção daquilo que deve ser tratado aqui e do que vem apresentando os maiores problemas atualmente na proteção e defesa dos direitos das crianças e adolescentes”, destacou.Realizado em 18 de maio, data que marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, o encontro também trouxe para o centro das discussões a necessidade de fortalecer a atuação preventiva do Estado e da rede de proteção.“Essa é a principal preocupação da rede de proteção: estar fortalecida. Falta o Estado estar mais presente, dar mais respostas, não só no sentido de punição, mas principalmente no sentido de apoio”, ressaltou a juíza.De acordo com a coordenadora do evento, muitas famílias em situação de vulnerabilidade precisam de suporte para evitar que crianças e adolescentes sejam expostos a riscos e à criminalidade.“A maioria dessas famílias é vulnerável. Elas precisam de uma estrutura, de apoio do Estado, para tirar os filhos de situações em que eles se colocam à mercê do risco”, pontuou.Ao defender políticas públicas mais efetivas e integradas, Anna Paula Gomes de Freitas reforçou que o enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes deve priorizar a prevenção.“Nós precisamos adiantar um passo nesse sentido para atuar mais preventivamente. Precisamos estar mais presentes, não só na educação, mas também na preparação dessas crianças, adolescentes e famílias, para que eles não cheguem a entrar em situação de risco”, concluiu.Além do Poder Judiciário de Mato Grosso, do Ministério Público Estadual e da Faculdade Autônoma de Direito (Fadisp), participam da organização dos encontros a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis), Escola dos Servidores, Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja), Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ), Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Criança e do Adolescente e o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf). O evento conta ainda com apoio da Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso (FESMP-MT).

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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