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Funcionamento do sistema de saúde é tema de reunião no MPMT

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Tangará da Serra (a 239 km de Cuiabá) realizou uma reunião na quarta-feira (27), para tratar do sistema de saúde do município, com foco no atendimento às gestantes, especialmente nos casos de alto risco. A iniciativa integra procedimento investigatório instaurado pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) com o objetivo de apurar a prestação dos serviços de saúde e buscar soluções para o aprimoramento do atendimento à população.Durante a reunião, foram debatidos aspectos relacionados à estrutura da rede municipal de saúde, incluindo o funcionamento da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), a assistência a partos emergenciais e a necessidade de garantir atendimento especializado, em especial na área de ginecologia e obstetrícia.A promotora de Justiça Itâmara Guimarães Rosário Pinheiro destacou a importância do diálogo institucional e reforçou o compromisso do Ministério Público com a defesa do direito à saúde, especialmente no que se refere à proteção de gestantes e recém-nascidos. Também foi enfatizada a necessidade de adoção de medidas que assegurem um atendimento adequado, humanizado e eficiente.Representantes do município apresentaram informações sobre o funcionamento da rede de saúde, incluindo dados sobre atendimentos realizados, estrutura disponível e desafios enfrentados. Também foram discutidas as dificuldades relacionadas à ausência de profissionais especializados para atendimento de gestantes de alto risco.Participaram da reunião representantes da Prefeitura Municipal de Tangará da Serra e da Secretaria Municipal de Saúde, além de gestores e profissionais da rede pública de saúde, incluindo diretores da UPA e do hospital municipal, responsáveis técnicos, equipe de enfermagem e coordenação de segurança do paciente.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT promove nova etapa de escuta social de comunidades ribeirinhas

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) promove, de 15 a 18 de julho de 2026, a segunda etapa da escuta social ativa junto às comunidades ribeirinhas do Pantanal, no município de Poconé (a 100 km de Cuiabá). Desta vez, serão ouvidas a comunidade do Chumbo, pescadores de Poconé no Pesqueiro do Beição e do Porto Jofre. A programação também inclui visitas técnicas ao Instituto Urihi, ao Parque Estadual Encontro das Águas, ao Porto da Manga e reunião institucional com a organização não-governamental Panthera Brasil. A ação tem como objetivo identificar as principais demandas sociais e ambientais da população local, fortalecendo a atuação institucional voltada à defesa de direitos e à proteção do bioma. A iniciativa integra o projeto Travessia Pantaneira, desenvolvido em parceria com a Rede de Comunidades Tradicionais Pantaneira, A Casa do Centro e a Associação dos Guardiões e Guardiãs do Pantanal de MT e MS (Aguapan).Participam da comitiva a procuradora de Justiça Ana Luiza Ávila Peterlini de Souza e os promotores de Justiça Henrique Schneider Neto, Joelson de Campos Maciel, Mario Anthero Silveira de Souza, Liane Amelia Chaves Mansano, Adalberto Ferreira de Souza Junior e Claudio Angelo Correa Gonzaga.“A proposta é realizar uma escuta social ativa e qualificada, ouvindo diretamente as pessoas que vivem no Pantanal e conhecem, como ninguém, a realidade e os desafios da região. Ao estar presente nas comunidades, o Ministério Público amplia sua capacidade de compreender as demandas locais e de construir soluções mais efetivas para a garantia de direitos e a melhoria da qualidade de vida da população pantaneira”, destaca a procuradora de Justiça Ana Luiza Peterlini.Na edição anterior do Travessia Pantaneira, realizada em outubro de 2025, as principais demandas apresentadas pelas comunidades estiveram relacionadas à falta de água potável, à necessidade de perfuração de poços e de sistemas adequados de tratamento de água, à regularização fundiária de áreas ocupadas há gerações e à ampliação do acesso aos serviços de saúde e educação. Os moradores também apontaram a necessidade de maior apoio no combate aos incêndios florestais, com a criação de brigadas comunitárias, além de melhorias na infraestrutura, especialmente em estradas e pontes que dificultam a mobilidade e o acesso a serviços essenciais na região.

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Foto: Projeto Travessia Pantaneira.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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