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Facção usava empresas de fachada para lavagem de dinheiro do tráfico

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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) força-tarefa composta pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo,deflagrou, nesta quinta-feira (23), a Operação “Boca Vermelha”. Policiais cumprem ordens judiciais contra uma organização criminosa que atuava na cidade de Sinop.Ao todo, a Justiça determinou o cumprimento de cinco mandados de prisão preventiva, além de 6 mandados de busca e apreensão em diversas empresas ligadas ao crime organizado.As investigações apontaram que essas empresas eram utilizadas como fachada para o tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro. Durante as apurações, o Gaeco identificou que três prostíbulos foram usados pela facção para lavar dinheiro, realizar vendas de drogas e servir como base para um “Tribunal do Crime”- quando membros da organização se valem do poder da facção para julgar e punir indivíduos que estejam em desacordo com suas regras.A 5ª Vara Criminal de Sinop também determinou o bloqueio das contas bancárias de cada empresa investigada, podendo chegar ao valor de R$ 500 mil por envolvido. Além disso, foi ordenada a comunicação à Receita Federal para a suspensão dos respectivos CNPJs.Denúncias contra facções criminosas podem ser feitas de forma anônima pelos seguintes canais: Ouvidoria do Ministério Público (127) e Polícia Militar (190).

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT fortalece defesa dos direitos da população LGBTQIAPN+

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Garantir o respeito à diversidade e combater todas as formas de discriminação estão entre as atribuições do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). No dia 28 de junho, quando é celebrado o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+, a instituição reforça seu compromisso com a defesa dessa população, atuando para assegurar direitos fundamentais previstos na Constituição Federal, promover a cidadania, fiscalizar políticas públicas de inclusão e responsabilizar autores de práticas discriminatórias.A proteção desses direitos tem fundamento na Constituição Federal, que assegura a igualdade, a liberdade e a dignidade de todas as pessoas, sem distinção de qualquer natureza. Nos últimos anos, importantes avanços foram consolidados no campo da proteção à população LGBTQIAPN+, entre eles o reconhecimento da união estável e do casamento entre pessoas do mesmo sexo, a possibilidade de alteração de nome e gênero no registro civil sem necessidade de cirurgia, a equiparação da homofobia e da transfobia ao crime de racismo e o fortalecimento das garantias de igualdade, inclusão e respeito à identidade de gênero em diferentes espaços sociais.Além disso, práticas como recusar atendimento, humilhar, constranger, excluir ou agredir alguém em razão da orientação sexual ou da identidade de gênero são passíveis de responsabilização. Nesse contexto, o Ministério Público atua tanto na repressão quanto na prevenção de violações de direitos. A instituição recebe e apura denúncias de discriminação e violência, acompanha e fiscaliza a implementação de políticas públicas voltadas à inclusão social, promove a defesa dos direitos fundamentais e desenvolve ações educativas para conscientizar a população sobre a importância do respeito à diversidade e do combate à intolerância.As violações podem ocorrer em diferentes espaços da convivência social. Casos de discriminação são registrados em escolas e universidades, unidades de saúde, repartições públicas, ambientes de trabalho, estabelecimentos comerciais, espaços religiosos e também nas plataformas digitais. Em todas essas situações, o Ministério Público pode atuar para apurar os fatos, acolher e orientar as vítimas, promover a responsabilização dos envolvidos e adotar medidas destinadas à prevenção de novas violações.O MPMT reforça que vítimas e testemunhas de discriminação ou violência não devem permanecer em silêncio. A denúncia é uma ferramenta fundamental para a proteção de direitos e para o enfrentamento de práticas discriminatórias. Em situações de urgência, a orientação é acionar imediatamente a Polícia Militar pelo telefone 190. Para registrar denúncias, a população pode procurar a Ouvidoria do Ministério Público pelo telefone 127, pelos números de WhatsApp (65) 99271-0792 e (65) 99255-4681, ou ainda buscar a Promotoria de Justiça mais próxima.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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