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Aplicativo possibilita autoconhecimento e segurança digital aos jovens

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A pedido do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, a organização não-governamental New School incluiu em seu aplicativo mais duas trilhas educacionais, uma sobre segurança digital e a outra sobre autoconhecimento por meio da comunicação não-violenta. O projeto, denominado “Protagonismo Juvenil”, foi desenvolvido com recursos na ordem de R$ 250 mil destinados pelo Banco de Projetos e Entidades do Ministério Público (Bapre). 

O aplicativo é gratuito (baixe aqui). Ao acessar, além de adquirir conhecimento, o usuário acumula “nozes” (pontos) e ainda pode ganhar prêmios. Em Chapada dos Guimarães e região, local em que o projeto foi executado, 25 mil jovens já foram impactados. 

Segundo o promotor de Justiça Leandro Volochko, a iniciativa foi desenvolvida com os alunos das escolas Coronel Rafael Siqueira e Ana Tereza Albernaz. O aplicativo da New School trabalha a Base Nacional Curricular da Favela (BNCF) que, por sua vez, é um recorte da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Com uma linguagem acessível e partindo da realidade dos jovens do município, o projeto trabalhou também a autoestima dos alunos, despertando em cada participante o potencial de se tornar protagonista da sua jornada. 

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“Por meio do conteúdo produzido, os jovens foram estimulados a promover reflexões para mudança de comportamentos e hábitos, tornando-os seres questionadores, para que possam cada vez mais serem responsáveis por suas escolhas e seu destino. Trabalhamos fortemente a comunicação não-violenta para solução de conflitos”, ressaltou o promotor de Justiça.

Segundo ele, durante o projeto a equipe da ONG realizou visitas às escolas em Chapada dos Guimarães e as entregas foram materializadas com a apresentação de audiovisuais. Os vídeos foram produzidos pela New School com a participação dos alunos, que foram os atores. 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Decisão garante acolhimento de crianças e pensão alimentícia

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A pedido do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), a Justiça determinou o acolhimento institucional de dois irmãos em situação de vulnerabilidade em Primavera do Leste, além da fixação de alimentos provisórios a serem pagos pelo genitor. A decisão foi proferida pela 1ª Vara Cível do município após atuação da 2ª Promotoria de Justiça Cível.O caso chegou ao Judiciário após acompanhamento realizado pela rede de proteção, que identificou sucessivas situações de risco envolvendo as crianças. Conforme os relatórios encaminhados aos autos, os menores estavam sob os cuidados da avó paterna, pessoa idosa que não reunia condições físicas e cognitivas adequadas para garantir a assistência necessária, enquanto o pai não aderiu aos acompanhamentos psicológico e psicossocial indicados pelos órgãos responsáveis e apresentava participação limitada nos cuidados dos filhos.Diante do agravamento do quadro e do insucesso das medidas extrajudiciais adotadas, o MPMT ingressou com pedido de medida protetiva visando assegurar os direitos fundamentais das crianças. Na ação, o Ministério Público destacou a persistência da situação de vulnerabilidade, as dificuldades de acompanhamento escolar, psicológico e de saúde, além da inexistência, naquele momento, de familiares aptos a assumir a guarda.A Justiça reconheceu a situação de risco decorrente da omissão parental e deferiu a medida protetiva de acolhimento institucional, considerada excepcional e provisória, com o objetivo de garantir a proteção integral dos irmãos até que seja avaliada a possibilidade de reintegração familiar ou outra medida adequada.Além do acolhimento, a decisão fixou alimentos provisórios em favor das crianças no valor correspondente a 60% do salário mínimo vigente, a serem pagos de forma rateada entre os genitores. O magistrado ressaltou que o acolhimento institucional não afasta o dever legal de sustento dos filhos, obrigação inerente ao poder familiar e prevista na legislação brasileira.Para o promotor de Justiça Matheus Pavão de Oliveira, titular da 2ª Promotoria de Justiça Cível de Primavera do Leste, a medida reforça a prioridade absoluta conferida à proteção de crianças e adolescentes. “Quando todas as alternativas de proteção e fortalecimento familiar se mostram insuficientes para cessar uma situação de risco, o acolhimento institucional pode se tornar necessário para garantir a integridade e o desenvolvimento da criança”, destacou.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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