MATO GROSSO

Vigia Mais MT auxilia na prisão de três foragido da Justiça por tráfico de drogas e perseguição

Publicado em

Com auxílio do programa Vigia Mais MT, três foragidos da Justiça foram capturados pelas forças de segurança de Mato Grosso neste fim de semana, no interior do Estado. Dois dos capturados são acusados de tráfico de drogas, e o outro por perseguição.

Entre os presos está um homem de 30 anos, condenado a 13 anos e um mês de prisão por tráfico de drogas pela Justiça de Sapezal. Com auxílio da tecnologia, o acusado foi localizado menos de seis meses após a expedição da ordem judicial.

O condenado foi identificado pelo sistema de monitoramento em seu veículo, ainda em Sapezal, neste domingo (31.5). Uma equipe policial foi acionada e abordou o procurado após a confirmação da identidade, dando cumprimento ao mandado de prisão.

Uma mulher com mandado de prisão preventiva em aberto por tráfico de drogas foi presa nesta segunda-feira (1.6) por um sistema de reconhecimento facial em Rondonópolis. A ordem judicial, expedida pela Justiça de Rosário Oeste, foi cumprida três meses após a prisão ser decretada.

Leia Também:  Sema acompanha coletas no Rio Araguaia para verificar qualidade da água

Outro homem, de 40 anos, com prisão preventiva decretada pela Justiça do Estado de Rondônia, acusado de perseguição, na modalidade “stalking”, foi preso em Sorriso após ser identificado por câmeras de identificação veicular. A ordem judicial foi cumprida em menos de 40 dias após a expedição.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Sema acompanha coletas no Rio Araguaia para verificar qualidade da água

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  SES promove captação de múltiplos órgãos em Sinop

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA