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“Tudo o que está sendo feito pelo Governo de MT em Santo Antônio de Leverger é histórico”, afirma prefeita

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A prefeita de Santo Antônio de Leverger, Francieli Magalhães de Arruda Vieira Pires, afirmou que o volume de recursos e a presença constante do Governo de Mato Grosso representam um momento sem precedentes na história do município.

“Digo que tudo o que está sendo feito pelo Estado aqui em Santo Antônio é histórico. Receber milhões em investimentos é a prova de que, quando se governa com responsabilidade, transparência e compromisso com as pessoas, os resultados chegam. Esse é um trabalho construído com o governo, com a Assembleia Legislativa e com secretários que estão sempre à disposição para atender as demandas do nosso povo”, declarou a prefeita.

A declaração da prefeita se deu na inauguração da Orla de Santo Antônio de Leverger, que recebeu investimentos de R$ 13,4 milhões do governo estadual para atrair mais movimento turístico para o município. O equipamento foi inaugurado nesta sexta-feira (12.12).

O governador Mauro Mendes detalhou que os investimentos em Leverger vão além da Orla e fazem parte de uma estratégia mais ampla de valorização do território, melhoria da qualidade de vida da população e criação de novos potenciais econômicos. Entre os projetos apresentados, está a implantação de uma nova estrutura com píer na Orla inaugurada e embarcadouro no rio Cuiabá, ampliando as possibilidades de uso do espaço ao longo de todo o ano para o turismo.

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“A ideia é criar uma estrutura que permita o uso permanente do rio, independentemente do nível da água. A pessoa sai de Cuiabá para cá, deixa o carro, entra no barco, faz um passeio pelo rio Cuiabá, conhece pontos históricos, como a usina de Itaici, que tem mais de 120 anos, almoça em Barão de Melgaço e retorna. Isso cria qualidade de vida para o cidadão e abre um novo potencial econômico para a região”, pontuou.

Mauro Mendes também citou a melhoria do acesso a áreas naturais, como as baías de Chacoré e Siá Mariana, na porção do Pantanal de Barão de Melgaço, que contam com infraestrutura viária e pontos de apoio, ampliando o uso desses espaços pela população local e visitantes.

“Estamos investindo para que as pessoas possam usufruir melhor do que é nosso. Isso gera emprego, movimenta restaurantes, transporte, serviços e cria uma cadeia econômica positiva. É qualidade de vida para quem mora aqui e desenvolvimento para o Estado. O Governo de Mato Grosso tem conseguido fazer isso com planejamento e responsabilidade”, ressaltou.

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O presidente da Câmara Municipal, vereador Rafael Pedroso de Lima, reforçou que as entregas recentes representam uma mudança de patamar para o município, que por muitos anos ficou à margem dos grandes investimentos estaduais. Ele lembrou a importância simbólica da Orla, conhecida como Praia do Bar, e o impacto que a obra terá na economia local.

“Esse é um momento muito feliz e histórico para a nossa cidade. A Praia do Bar sempre fez parte da história das famílias de Santo Antônio, inclusive da minha. Hoje, ver essa obra entregue mostra que o município voltou a ser visto pelo Governo. A gestão da prefeita Francieli, junto com o apoio do governador Mauro Mendes e da Assembleia Legislativa, tem garantido investimentos que há muito tempo não chegavam aqui”, finalizou.

Fonte: Governo MT – MT

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Sefaz orienta municípios sobre mudanças na arrecadação com novo sistema tributário

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O secretário de Fazenda de Mato Grosso, Fábio Pimenta, participou, nesta quarta-feira (14.10), do 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios: Transição e Governança para o Novo Modelo Tributário, promovido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). O evento reúne prefeitos, secretários municipais, vereadores, presidentes de Câmaras e técnicos das áreas de Fazenda e Desenvolvimento Econômico para discutir os impactos da reforma nas finanças municipais.

Ao lado do procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, Pimenta abriu a programação de palestras com o tema “Reforma Tributária: Formas, estrutura e fluxo de arrecadação”. Durante sua fala, o gestor alertou para a necessidade dos municípios se prepararem para as mudanças, especialmente em relação à arrecadação de 2026 que será utilizada como referência para a distribuição de parte das receitas durante o período de transição.

“A receita dos próximos 50 anos começa a ser definida agora. É fundamental que os gestores municipais melhorem sua arrecadação ainda em 2026, pois os valores arrecadados entre 2019 e 2026 servirão de base para amenizar as perdas com a Reforma Tributária”, destacou o secretário.

A preocupação está relacionada à mudança da sistemática de tributação e do modelo de desenvolvimento de Mato Grosso, que se baseia na produção. Com a Reforma Tributária, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS) serão gradualmente substituídos pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), cuja receita será destinada aos estados e municípios onde ocorre o consumo.

“Mato Grosso é um estado produtor e, com a mudança da tributação da origem para o destino, terá uma perda estimada, ao final do período de transição, de cerca de R$ 10 bilhões. Os municípios mato-grossenses também serão impactados, pois possuem uma população relativamente pequena diante do volume de produção”, explicou Fábio Pimenta.

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Durante a palestra, também foram apresentados os novos critérios de distribuição da parcela estadual do IBS destinada aos municípios. Pelo novo modelo, 80% desses recursos serão repartidos proporcionalmente à população, 10% conforme indicadores de aprendizagem e equidade na educação, 5% por critérios ambientais e 5% em parcelas iguais.

O procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo defendeu a revisão de pontos da Reforma Tributária que podem prejudicar Mato Grosso, especialmente os critérios de distribuição de recursos aos municípios. Segundo ele, as mudanças poderão agravar as dificuldades financeiras das cidades com população reduzida e maior dependência de transferências estaduais e federais.

“Um dos caminhos seria exatamente fazer essa revisão dos critérios de distribuição do IBS. Mas isso depende do Congresso Nacional, dos deputados federais, dos senadores e de toda uma articulação que deve ser feita”, afirmou Gallo.

O presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, também reforçou a importância de os gestores municipais ampliarem a arrecadação própria e para a situação dos municípios com população reduzida. “Temos municípios com 3 mil, 2 mil, 1 mil habitantes que definitivamente não se sustentam. Eles só sobrevivem por causa dos repasses federais e estaduais. Vamos conversar com os prefeitos para que eles atentem para a arrecadação que vão fazer até o dia 31 de dezembro”, disse.

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Também participaram da abertura o presidente da Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID), os conselheiros José Carlos Novelli, Valter Albano e Campos Neto; a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Anne Karine Louzich; o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Hemerson Máximo; o presidente da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Silvio Rangel; o ex-presidente da AMM Leonardo Bortolin; o membro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), Yendis Costa; a controladora-geral da Defensoria Pública de Mato Grosso, Bárbara Natália Nogueira Garnica; e o primeiro vice-presidente da AMM e prefeito de Rondolândia, José Guedes.

Integração com os municípios

Outro ponto destacado durante a apresentação foi o trabalho desenvolvido pela Sefaz em parceria com a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) para preparar as administrações tributárias para o novo modelo. A atuação conjunta ocorre por meio de um Comitê Gestor Regional, que conta com grupos técnicos responsáveis pela integração das administrações tributárias e pela realização de estudos e simulações sobre os impactos da reforma.

A iniciativa busca fortalecer a cooperação entre o Estado e os municípios, promover o compartilhamento de informações e apoiar o planejamento das administrações municipais diante das mudanças na arrecadação.

O 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios é promovido pela Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID) do TCE-MT. O evento está sendo realizado na Escola Superior de Contas e segue até esta quinta-feira (15).

Fonte: Governo MT – MT

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