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Trecho da MT-251 será interditado na quinta-feira (14) para retirada de árvore

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Um trecho da MT-251, que liga Cuiabá a Chapada dos Guimarães, será interditado na próxima quinta-feira (14.12) devido à necessidade de retirar uma árvore que corre o risco de desabar sobre a pista. A interdição será realizada no período de 9h às 11h, na altura do km 32, entre os acessos para o Esmeralda Eco Park e o Balneário Rio Claro.

O trânsito estará interrompido nos dois sentidos da rodovia, a 500 metros do local da árvore.

A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) realiza outras ações pontuais para garantir a segurança viária da rodovia. Outras árvores com risco iminente de queda sobre a rodovia também estão sendo removidas, assim como árvores mortas que podem cair na rodovia, provocando interdições e acidentes. Também é realizada a poda de árvores.

Segundo a Superintendência Ambiental da Sinfra-MT, também estão sendo substituídas placas danificadas. O entorno do Portão do Inferno, entre os km 42 e 46 da rodovia, também tem a sinalização reforçada, informando sobre os riscos de desmoronamento na via.

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Os trabalhos foram todos autorizados pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), entidade federal que administra o Parque Nacional de Chapada dos Guimarães, já que a remoção é realizada na unidade de conservação.

A Sinfra-MT segue todas as regras impostas pelo ICMBio para a ação, como marcação das árvores com tinta atóxica, observação de árvores com presença de ovos ou filhotes e o transplante de epífitas, plantas que crescem sobre outras árvores, como é o caso das orquídeas e bromélias.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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