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Topografia e limpeza para estruturação de trilha no Morro de Santo Antônio já foram feitas

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Toda a topografia e limpeza para a estruturação de uma trilha alternativa no Morro de Santo Antônio já foram realizadas. O trabalho foi feito pela MT Par e era necessário para que a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) pudesse executar a elaboração do projeto executivo para implantação de uma trilha de pedra, entre as trilhas já existentes no morro, que serão mantidas.

Uma licença ambiental foi obtida, junto à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), para que os serviços de topografia e limpeza fossem realizados.

A trilha de pedra vai garantir acessibilidade aos turistas, em especial aqueles que fazem o turismo religioso, e contará com decks contemplativos e áreas de descanso, praças e monumento alusivo à Guerra do Paraguai no topo do morro. Além disso, também estão previstos estacionamento, guarita, lanchonete e praça no pé do morro.

Somente após a apresentação do projeto executivo é que será licitada a contratação da empresa que fará os trabalhos de execução da trilha.

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Paralelamente, a Sinfra está asfaltando o acesso de 4 quilômetros, do entroncamento da MT-040 até o pé do morro. As obras já tiveram início, com investimento de R$ 4,7 milhões, e também serão feitas a sinalização, drenagem e construção de um estacionamento.

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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