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Sesp intensifica monitoramento no Complexo Penitenciário Ahmenon Lemos

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) reforçou o monitoramento no Complexo Penitenciário Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, com o envio de policiais penais do Serviço de Operações Especiais (SOE) e do Grupo de Intervenção Rápida (GIR).

Os agentes também dão apoio às buscas pelos seis reeducandos da unidade na madrugada desta terça-feira (02.04).

O coordenador do Grupo de Intervenção Rápida, Nelson Leite, afirmou que os 15 policiais penais intensificaram os trabalhos de rondas, patrulhamento, procedimentos de revista e vistorias no Complexo Penitenciário.

“Uma parte das equipes está em rondas e patrulhamento buscando recapturar os foragidos, enquanto outra reforça a revista aos reeducandos e vistorias. Entre os procedimentos realizados pelos policiais na unidade estão a conferência de presos, a apuração de como ocorreu fuga e também a coleta de vestígios que possam auxiliar na recaptura dos foragidos”, explicou.
Equipe do SOE atua na segurança de unidade prisional

As circunstâncias da fuga serão apuradas tanto na esfera administrativa quanto na esfera criminal. “Todas as fugas que ocorrem no sistema prisional são devidamente apuradas com abertura de Procedimento Administrativo. Também coletamos as informações necessárias e as encaminhamos à Polícia Civil, que conduz a investigação na esfera criminal. As forças de segurança trabalham de forma integrada para garantir a ordem das unidades penitenciárias de Mato Grosso”, afirmou o secretário-adjunto de Administração Penitenciária (SAAP), Jean Gonçalves. 
 

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Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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