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Sesp abre processo seletivo para área de TI com salários de até R$ 13,9 mil

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) abriu processo seletivo para contratação temporária de Analista de Tecnologia da Informação (níveis júnior, pleno e sênior) e Técnico de Tecnologia da Informação. As inscrições podem ser feitas de forma gratuita, a partir desta segunda-feira (12.02), e seguem até o dia 20 de fevereiro, devendo ser realizadas por meio do formulário eletrônico disponível no site da Seplag.

O processo seletivo visa preencher 14 vagas, com salários que variam de R$ 3.620,94 à R$ 13.946,00. O trabalho deve ser realizado em Cuiabá, originalmente de modo presencial, podendo ser negociado, também, teletrabalho ou na modalidade híbrida, a depender das necessidades da Pasta.

Poderão participar candidatos que tenham entre 18 e 75 anos na data prevista para o início do trabalho.

Após a contratação, o contrato terá validade de dois anos e meio (30 meses), podendo ser prorrogado por igual período, chegando a cinco anos, desde que as condições para a contratação permaneçam mediante declaração da Sesp e anuência do contratado.

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O processo seletivo será composto por diversas etapas, incluindo avaliação de experiência profissional, análise de capacitações e certificações, investigação social, realização de projeto prático e entrevista. O resultado final será divulgado até o dia 17 de abril de 2024.

Para acessar o edital, clique aqui.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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