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SES apresenta trabalho com organização de dados durante evento da Organização Pan-americana de Saúde

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) apresentou a experiência exitosa que obteve com a organização de dados estratégicos da Vigilância Epidemiológica. A apresentação foi feita em evento da Organização Pan-americana de Saúde (Opas), que reuniu gestores públicos de todo o país em Brasília.

O foco da experiência foi a implantação do núcleo de inteligência epidemiológica no Estado, denominado Serviço de Inteligência Estratégica para Gestão (Sieges) do Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com o secretário adjunto de Atenção e Vigilância à Saúde da SES, Oberdan Lira, a participação no evento demonstra o reconhecimento nacional do trabalho de inteligência estratégica desenvolvido pela SES em Mato Grosso.

“A Opas convidou as equipes de Mato Grosso para apresentar a experiência na implantação do núcleo de inteligência epidemiológica. Tudo deu início no cenário de 2020, quando os bancos de dados de mensuração da Covid-19 estavam inadequados para o trabalho epidemiológico e o Estado criou e ampliou o sistema para monitoramento das informações dos pacientes hospitalizados”, explicou o gestor.

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No evento, foi abordada a utilização do sistema oficial IndicaSUS na organização de dados relativos à pandemia da Covid-19, como as hospitalizações. Também foi apresentada a criação de um Power BI que centralizou todas as informações relacionadas à infecção pelo coronavírus no Estado.

“Entre 2020 e 2022, foram criados outros painéis de monitoramento de imunização, distribuição de vacina, gestão financeira e variações das abordagens epidemiológicas. Essa organização deu início ao Serviço de Inteligência, o Sieges, que atualmente administra dezenas de painéis de monitoramento de informações”, reforçou Oberdan.

A perspectiva é de que, no segundo semestre de 2023, a SES inaugure um centro de comando para o Sieges, que unificará os dados epidemiológicos, administrativos e de regulação.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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