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Sema realiza mais de 540 atendimentos durante mutirão ambiental em Diamantino

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) realizou mais de 540 atendimentos a produtores rurais e responsáveis técnicos sobre Cadastros Ambientais Rurais (CARs) durante o mutirão ambiental realizado em Diamantino (180 km de Cuiabá). O evento, organizado pelo Sindicato Rural do município, ocorreu entre os dias 2 e 5 de outubro, abrangendo nove cidades da região.

Nos quatro dias de evento, oito analistas ambientais da Sema estiveram à disposição para tirar dúvidas e realizar consultas sobre pedências relativas ao CAR. O número de atendimentos é considerado recorde entre todas as edições de mutirões ambientais regionais.

A secretária adjunta de Gestão Ambiental da Sema, Luciane Bertinatto, ressaltou a necessidade do produtor rural tomar conhecimento sobre a situação de seu processo.

“A Sema esteve presente com o objetivo de levar informação e fazer abertura de portas para os interessados entenderem o processo de regularização do imóvel rural, e se existem pendências ou embargos com a propriedade e com o Cadastro Ambiental Rural”, pontuou.

Diamantino foi o 6º município a receber mutirão neste ano. Os outros foram em Barra do Garças, Cuiabá, Pontes e Lacerda, Sinop, Sorriso e Diamantino, que, somados, fizeram 2.082 atendimentos sobre cadastros ambientais rurais.

Mario Antônio, presidente dos produtores da Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Paraguai, destacou a importância do mutirão. “Essa iniciativa de participar ativamente atendendo produtores rurais no interior que necessitam de regularização do seu CAR nos deixa muito felizes. Estamos aqui com satisfação participando do evento e no plantio de árvores como sinal em respeito ao meio ambiente”, afirmou.

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Além de Diamantino, também foram atendidos os municípios de Nova Marilândia, Nortelândia, Alto Paraguai, Nobres, São José do Rio Claro, Nova Mutum, Nova Maringá e Santo Afonso durante o Mutirão Ambiental.

Mutirão Ambiental

O mutirão ambiental tem objetivo de aumentar o número de proprietários com processos regularizados na Sema e com a validação dos cadastros. Isso porque, com o CAR validado, o produtor tem benefícios como acesso ao crédito e maior aceitação da produção no mercado.

Presidente Sindicato Rural de Diamantino, Altemar Krolling agradeceu aos participantes, presidentes dos sindicatos rurais e todos os envolvidos com a organização e financiamento do evento.

“Hoje o produtor não faz nada sem estar regularizado. A Sema vindo até o produtor, fazendo esse canal direto para ajudar com esse processo da regularização, beneficia estes produtores que muitas vezes não conseguem deixar a sua propriedade para ir até a sede, em Cuiabá”, manifestou.

Além do atendimento presencial e individualizado, o evento contou com a palestra “Oportunidades e desafios na regularização do imóvel rural”, ministrada pela secretária adjunta de Gestão Ambiental da Sema, Luciane Bertinatto, uma reunião sobre o Sistema Mato-Grossense de Cadastro Ambiental Rural (Simcar) Assentamentos, além do plantio de árvores com mudas doadas pelo Instituto Ação Verde.

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“Sem dúvidas o evento visou facilitar a vida de muitos produtores rurais. Sabemos a importância do CAR, principalmente para os produtores do Estado terem acesso a linhas de crédito e poderem comercializar os grãos”, afirmou o vice-presidente da Aprosoja-MT, Lucas Beber.

“Nós, produtores rurais, temos que preservar a terra e o meio ambiente para deixar para os nossos descendentes. Esse trabalho que está sendo feito no mutirão vai ajudar os produtores, sanando dúvidas relacionadas com o CAR e auxiliar com a regularização”, disse o prefeito de Santa Rita Trivelato, Egon Hoepers.

O mutirão também contou com parceria da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) e Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja), Sindicatos Rurais dos municípios envolvidos, Secretaria de Agricultura Familiar (Seaf), Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Câmaras de Vereadores, Sindicatos de Trabalhadores Rurais, Associação de Pequenos Produtores e prefeituras da região.

Proximos mutirões

Os próximos mutirões acontecerão em São Felix do Araguaia (17 a 19 outubro), Cáceres (24 a 26 outubro), Tangará da Serra (31 outubro a 2 de novembro) e Alta Floresta (7 a 9 de novembro).

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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