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Sema realiza curso de Monitores de Unidade de Conservação no Parque Estadual Serra Azul

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) realiza o curso de monitores de Unidades de Conservação no Parque Estadual Serra Azul, em Barra do Garças. São 20 participantes que atuam como vigilantes patrimoniais que prestam serviço ao Estado e também a monitores e guias turísticos da região, que fazem o trabalho de campo em contato direto com os visitantes.

O Parque Serra Azul foi escolhido para receber o projeto piloto, que deverá ser replicado em outras Unidades de Conservação do Estado já abertas à visitação pública. “A Sema tem fortalecido o diálogo e investido na formação das comunidades que vivem no entorno das Unidades de Conservação, buscando o engajamento dessas pessoas na proteção dessas áreas”, destaca a superintendente de Educação Ambiental e Atendimento ao Cidadão, Juliana Carvalho.

O objetivo do curso é a formação técnica dos profissionais na temática ambiental, voltada às Unidades de Conservação. O intuito é ampliar a qualidade e capacidade de atendimento a sociedade em geral que frequenta estes espaços, buscando a integração sustentável dos visitantes com a natureza.

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O curso foi realizado na modalidade presencial, nos dias 08 e 09.4, com trilhas práticas para os monitores, apresentação da temática ambiental na Unidade de Conservação e modalidades sobre a importância da sustentabilidade, demonstração do papel da educação ambiental para o cuidado das Unidades de Conservação e o papel do monitor ressaltando a importância de sua função e conhecimento.

“O curso foi voltado para um público que já detém esse conhecimento como forma de capacitar quando for conduzir visitantes locais ou turistas pela Unidade de Conservação. O curso é dividido em módulos presencial, virtual e prática. O treinamento prático aprofunda nos conhecimentos sobre atrativos, ameaças, oportunidades e riscos dentro da Unidade de Conservação para profissionais tanto privados como para os que ocupam os postos de vigilância dentro do parque”, afirma a Gerente Regional do Parque Estadual Serra Azul e APA Pé da Serra Azul, Cristiane Schnepfleitner.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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