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Sefaz alerta para falsos boletos e sites fraudulentos em golpes no IPVA

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Com a chegada do período de vencimento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2025, a Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT) reforça o alerta para golpes envolvendo falsos boletos, sites fraudulentos e mensagens enganosas via WhatsApp, SMS e e-mail.

O secretário-adjunto de Tecnologia e Inovação Fazendária, Kleber Santos, explica que os criminosos utilizam diversos canais para enganar os contribuintes e desviar os valores pagos do imposto, além de oferecer descontos inconsistentes, com valores diferentes dos praticados oficialmente.

“Os golpistas se aproveitam dessa época para enviar mensagens falsas, seja por WhatsApp, SMS ou e-mail, induzindo o contribuinte a acessar links suspeitos e pagar boletos fraudulentos. A Sefaz não envia guias de pagamento diretamente por esses meios e nem entra em contato pedindo informações pessoais ou bancárias”, alerta.

A Sefaz reforça que o pagamento do IPVA deve ser feito exclusivamente pelos canais oficiais: o site da Sefaz (www5.sefaz.mt.gov.br), o portal do Governo do Estado (portal.mt.gov.br), o site do Detran-MT (www.detran.mt.gov.br) e o aplicativo MT Cidadão.

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Os contribuintes devem evitar buscar links do IPVA em sites de pesquisa como Google, Yahoo ou Bing, pois criminosos utilizam anúncios pagos para posicionar páginas fraudulentas nos primeiros resultados.

“Ao acessar um site para pagar o IPVA, é fundamental verificar se ele pertence ao governo. Os golpistas copiam a identidade visual dos sites oficiais para enganar os contribuintes. O mais seguro é digitar o endereço diretamente na barra do navegador”, reforça Kleber.

Outra precaução essencial é conferir o beneficiário do pagamento. No comprovante, deve constar “Estado de Mato Grosso” como destinatário. “Se no momento do pagamento o nome do destinatário for diferente, interrompa a transação imediatamente. Esse é um sinal claro de golpe”, pontua o secretário-adjunto.

Caso um contribuinte caia em um golpe, é fundamental registrar um Boletim de Ocorrência na Delegacia Virtual, ou de forma presencial em uma unidade da Polícia Civil. Além disso, é importante comunicar a ouvidoria da Sefaz para que as autoridades possam rastrear os criminosos e evitar novos casos.

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“Se o contribuinte for vítima de fraude, ele não terá o débito quitado junto ao Estado e precisará pagar o IPVA novamente. Por isso, é essencial buscar os canais oficiais e tomar todas as precauções antes de efetuar o pagamento”, finaliza Kleber Santos.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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